Maioria do STF reconhece as patifarias cometidas por Sergio Moro, um testa de ferro do imperialismo


O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria na quinta-feira (22) para manter a decisão da 2ª Turma da Corte que declarou a suspeição do ex-juiz Sergio Moro para julgar o ex-presidente Lula no caso do tríplex do Guarujá (SP). O julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro Marco Aurélio.

O ministro Edson Fachim, que tentou proteger Moro do julgamento com o argumento de que a ação pedindo sua suspeição tinha perdido o objeto depois que ele foi declarado incompetente para julgar o caso do Triplex, foi mais uma vez derrotado.

O ministro Gilmar Mendes abriu as divergências lembrando que a segunda turma do STF já tinha decido pela suspeição e o plenário não poderia reverter a decisão sob pena de atropelar o devido processo legal. Mendes foi seguido pelos ministros Kassio Nunes Marques, Alexandre de Morais, Dias Toffoli, Rosa Weber, Cármen Lúcia e Ricardo Lewandowski. que votaram pela suspeição do chefe da República de Curitiba.

O placar está em 7 a 2, uma vez que a favor de Fachim só votou até agora o ministro Barroso, um dos mais defensores da Lava Jato. O resultado já não pode ser revertido, a menos que antes do último voto pelo menos dois dos três ministros que já votaram voltem atrás. Ainda não votaram os ministros Marco Aurélio e Luiz Fux, presidente da Corte que também tem sido um lavajatista ardoroso.

Que Moro não foi um juiz imparcial a chamada operação Vaza Jato demonstrou fartamente, ao revelar as mensagens comprometedoras trocadas entre Moro e os procuradores da força tarefa da Lava Jato. O ex-presidente foi submetido a um tribunal de exceção, à época abençoado pela mídia burguesa e pelo próprio STF, que se rendeu à pressão de um general golpista para protelar o julgamento sobre a incompetência e a suspeição do ex-juiz curitibano.

A operação Lava Jato foi na verdade uma grande armação para viabilizar o golpe de 2016, bem como forjar a condenação e a prisão de Lula ao arrepio da Lei para eleger Jair Bolsonaro.

Conluio com EUA

Por trás do golpe estavam os EUA, que espionaram a ex-presidente Dilma e empresas como a Petrobras e a Odebrecht (que foi desmantelada em benefício de multinacionais do ramo nos EUA) e instruíram o juiz ladrão e a força tarefa instalada em Curitiba. Esta, chefiada por Deltan Dallagnol, esteve perto de embolsar U$ 2,5 bilhões extorquidos da Petrobras pelo imperialismo, trapaça que foi frustrada pelo ministro Alexandro de Morais, do STF.

Moro se comportou como um autêntico testa de ferro do imperialismo e isto certamente tem muito a ver com o fato de que hoje é sócio-funcionário de uma multinacional dos EUA. Já a Lava Jato, que a mídia burguesa apresentou como a maior operação anti-corrupção do mundo fica registrada na história como o maior escândalo judicial brasileiro, conforme sugeriu o jornal The New York Times.

A decisão do STF amplia a liberdade do ex-presidente Lula e restaura todos os direitos políticos que lhe foram arbitrariamente subtraídos a partir do golpe jurídico comandado pelo ex-juiz. O líder petista já desponta nas pesquisas presidenciais como o candidato que lidera a corrida para sucessão de Bolsonaro.

Vitória do Direito

A defesa de Lula afirmou em nota que a formação de maioria para manter a suspeição de Moro “é uma vitória do Direito sobre o arbítrio”, ressaltando que significa o “restabelecimento do devido processo legal e da credibilidade do Judiciário no Brasil”.

“Como dissemos desde a primeira manifestação escrita, em 2016, Sergio Moro usou o cargo de juiz para praticar lawfare e promover uma verdadeira cruzada contra o ex-presidente Lula — para acusá-lo e condená-lo sem prova de culpa com o objetivo de retirá-lo das eleições presidenciais de 2018 e da vida política. O ex-presidente Lula lutou pelo cumprimento do devido processo legal durante mais de cinco anos, período em que sofreu 580 dias de prisão ilegal e toda espécie de perseguições e constrangimentos irreparáveis”, disseram os advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins.

Umberto Martins
Portal CTB

SINPROESEMMA luta, dialoga e conquista vacinação dos trabalhadores em educação


Atendendo a solicitação do Sinproesemma, o governo do Estado dará início a vacinação dos trabalhadores em educação de todo o Maranhão. A imunização da categoria foi anunciada na noite desta quinta-feira, 15, pelo governador do Maranhão nas redes sociais.

O Sinproesemma lançou a Campanha Trabalhadores em Educação e Comunidade Escolar Vacina Já no início de janeiro e chamou a atenção para a necessidade de vacinação de toda a comunidade escolar como a única forma segura para a retomada das aulas no Estado.

Durante a campanha, os dirigentes sindicais se manifestaram enviando ofícios ao governo do Estado, através da Secretaria de Educação, Secretaria de Saúde e também o Ministério Público relacionando os perigos da pandemia e a educação.

“Sempre enfatizamos a necessidade de vacinação dos trabalhadores em educação e da comunidade escolar e tivemos mais esse importante pleito atendido pelo governo do Estado. Temos convicção que somente com a vacina poderemos retomar as nossas atividades escolares híbridas”, enfatizou Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma.

Pedido atendido

Segundo o Governo do Estado, todos os trabalhadores em educação da ativa serão imunizados, de todas as redes de ensino do Maranhão: rede estadual, municipal, federal e particular.

A vacinação terá início com os profissionais da educação com 55 anos de idade ou mais no dia 20 de abril. A partir da imunização desses grupos, as Secretarias de Saúde do Estado e dos municípios divulgarão os demais grupos de vacinação.

“As vacinas ocorrerão por etapas e a ampliação da cobertura vacinal é um vetor decisivo para que possamos vencer o coronavírus”, disse Flávio Dino, governador do Maranhão.

Para Oliveira essa é mais uma grande vitória dos trabalhadores em educação.

“O Sinproesemma mais uma vez cumpre com o seu dever institucional e de forma muito enfática buscou a vacinação para os trabalhadores em educação do Maranhão e foi atendido. Hoje podemos comemorar essa grande vitória. Uma vitória que representa a retomada das atividades escolares numa perspectiva de segurança a todos os trabalhadores em educação, mas também solicitado o esforço ao governo do Estado para que toda a comunidade escolar seja vacinada. Uma vitória que representa a vida”, apontou Oliveira.

FONTE: ASCOM - SINPROESEMMA

Lula lidera pesquisa presidencial e é o único que vence Bolsonaro

Lula

Na primeira pesquisa depois das decisões do STF que consideraram Moro um juiz parcial e suspeito e anularam os processos da Lava Jato contra Lula, ele aparece na pesquisa do Instituto Ideia com 40% das intenções de voto se o segundo turno das eleições fossem hoje. Bolsonaro teria 38%. Os demais candidatos perderiam para Bolsonaro.

247 – Pesquisa do Instituto Ideia encomendada pela revista Exame indica que apenas Lula venceria Bolsonaro num eventual segundo turno na eleição presidencial se o pleito acontecesse hoje. Lula tem 40% das intenções de voto e Bolsonaro, 38%. Apesar de estar dentro da margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos, é a primeira vez que Lula aparece vencendo Bolsonaro na série histórica do instituto.

Os demais potenciais candidatos seriam derrotados por Bolsonaro no segundo turno, Ciro Gomes perderia de Bolsonaro de 44% a 34%; João Doria por 44% a 26%; Luciano Huck por 40% a 38%.

Nas intenções de voto num eventual primeiro turno hoje, Lula teria 33% e Bolsonaro 32%. Os demais candidatos aparecem muito atrás, nenhum deles acima de 10%: Ciro (9%), Huck (6%), Dória (4%), Amôedo (3%), Mandetta (3%), Gentili (2%).

Lula tem 44% das intenções de voto, contra 32% de Bolsonaro na região Sudeste. Ele também ganharia no Nordeste (44% a 30%). A situação se inverte nas outras três regiões. O atual presidente venceria no Norte (63% a 19%), no Sul (47% a 34%), e no Centro-Oeste (54% a 29%).

O levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 19 a 22 de abril, por telefone. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A sondagem é a primeira após as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que e considerou Sérgio Moro suspeito.

FONTE: BRASIL 247

SINPROESEMMA enfatiza necessidade da vacinação de toda a comunidade escolar


O Sinproesemma reafirma o seu posicionamento de que não é o momento para a retomada das aulas na rede pública Estadual e Municipais no Estado do Maranhão sem a vacinação de toda a comunidade escolar, mesmo que seja no sistema híbrido, ou seja, ensino que reúne aulas presencial e remota.

Estudos recentes, apresentado pela coordenadora do Laboratório de Epidemiologia da Universidade Federal do Espírito Santo, Ethel Maciel, apontou que escolas fechadas é o meio mais eficiente para conter o avanço da pandemia. Segundo o estudo, as crianças tem carga viral de coronavírus semelhante à dos adultos e a medição de temperatura não se mostrou uma barreira eficaz porque muitos estudantes não apresentavam sintomas.

“Estamos acompanhando a situação crítica que o Brasil passa nesse momento, com quase nenhuma oferta de leitos de UTI e um crescimento descontrolado de casos. Inacreditavelmente, são mais de quatro mil mortes diárias pela Covid 19 no Brasil. Não podemos afrouxar medidas nesse momento, como consequência, mais vidas podem ser ceifadas, deixando famílias inteiras desoladas”, pontuou Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma.

Campanha de Vacinação da Comunidade Escolar

Desde o início do ano, o Sinproesemma chama a atenção para a necessidade da prioridade de vacinação de toda a comunidade escolar como a única forma de retomada das aulas, seja híbrida ou presenciais de forma segura.

O Sinproesemma solicitou providências junto ao Governo do Estado, através da Secretaria de Saúde e Secretaria de Educação, e ainda provocando o Ministério Público que recomendou a vacinação dos profissionais da educação ao governo do Maranhão.

Com a intensificação da campanha em âmbito nacional, o Ministério da Educação readaptou o Plano Nacional de Imunização (PNI), colocando os Trabalhadores em Educação no grupo prioritário de vacinação.

Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira

“Com mobilização conseguimos antecipar a vacinação dos trabalhadores em educação. Logo que o Ministério da Saúde disponibilizar a vacina para o Maranhão a categoria será imunizada, como já vem acontecendo com as forças de segurança. Chamamos a atenção da necessidade, também, de vacinar o restante da comunidade escolar, como forma de garantir um retorno seguro às aulas presenciais ou híbrida”, ponderou Oliveira.

Clique para acessar mais informações da Campanha do Sinproesemma pela vacinação dos Trabalhadores em Educação e Comunidade Escolar: Vacina Já!

Atos esvaziados dos bolsominions refletem crescente isolamento de Jair Bolsonaro


O mito da extrema direita deu a senha para as manifestações golpistas e até conseguiu na Justiça a garantia de que poderia comemorar o golpe de 1964, mas seu apelo sensibilizou apenas alguns gatos pingados pelo país afora

Foi mais uma demonstração do esvaziamento da bolha bolsonarista e isolamento do presidente genocida, que voltou a questionar o uso de máscara e criticar o isolamento social precisamente no dia em que o número de mortes pela Covid-19 bateu outro recorde e se aproxima de 4 mil em 24 horas.

Manifestantes se aglomeraram para pedir intervenção militar em São Paulo e no Rio de Janeiro em atos com poucos militantes na quarta-feira, 31 de março, data oficial do golpe que, há 57 anos, instaurou uma ditadura militar no Brasil. Bate-boca, insultos e até tapas foram registrados durante os atos. Nos últimos dias, mensagens de grupos bolsonaristas convocando manifestações pelo país circularam nas redes sociais, mas os atos foram minguados.

Membros da Polícia Militar do Pará dispersaram manifestantes bolsonaristas que se concentravam na manhã da quarta na Praça da Bandeira, em frente ao Quartel-General, na cidade de Belém (PA).

Em São Paulo, o ato ocorreu na frente do Comando Militar do Sudeste, ao lado da Assembleia Legislativa do Estado. Um grupo de manifestantes tentou forçar a entrada dentro do quartel e foi contido pelos militares. O ato começou por volta das 9 horas e reuniu em torno de 100 manifestantes, muitos sem máscara e sem respeitar o distanciamento social recomendado para evitar a propagação do coronavírus. Eles defendiam intervenção militar com Bolsonaro no poder e gritavam palavras de ordem contra o comunismo.

Com as ideias e a ideologia negacionista do chefe, o grupo ainda questionou a eficácia das vacinas contra a covid-19 e defendeu o uso de medicamentos sem eficácia comprovada. Um segundo grupo de manifestantes que se identificou como ligado à igreja católica puxou um minuto de silêncio em respeito ao policial militar baiano que foi morto durante um surto no qual tentou atirar contra seus próprios colegas. Um dos manifestantes afirmou que ele deu “seu sua vida pelo povo”.

No Rio, o ato aconteceu na orla de Copacabana. Defensores de uma nova intervenção insultaram e agrediram um jovem que contestava a manifestação. Ele foi cercado e empurrado, chegou a levar tapas aos gritos de “vai pra Cuba”, “maconheiro” e outras ofensas de caráter homofóbico. Uma das faixas no ato, que reuniu cerca de 100 pessoas no fim da manhã, pedia que Bolsonaro acionasse as Forças Armadas para “auxiliar o povo na defesa da liberdade e das garantias constitucionais”. Apesar de alguns motoristas buzinarem em apoio aos manifestantes, muitas pessoas contestaram e expressaram indignação. Bolsonaro foi chamado de “genocida”, e gritos pró-democracia foram ouvidos.

Outras capitais, como Palmas e Curitiba, também registraram atos esvaziados. Em Palmas, sete apoiadores de Bolsonaro compareceram em frente ao 22º Batalhão de Infantaria, na zona rural.

No Twitter, predominam críticas à ditadura

Apesar de a hasthtag #Viva31demarco e o termo “Viva 64” aparecerem desde o início da quarta nos trending topics do Twitter, críticas à ditadura e a celebrações do aniversário do golpe foram maioria. Até 13h, cerca de 170 mil tweets com a hashtag #DitaduraNuncaMais foram publicados, segundo números da própria plataforma. Menos de 90 mil publicaram a tag que celebra o golpe.

Ulysses Guimarães e trechos de seu discurso na promulgação da Constituição em 1988 também estão entre os temas mais comentados desta quarta. “O dia 31/03 não comporta a exaltação de um golpe que lançou o país em anos de uma ditadura violenta e autoritária”, escreveu o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. “É momento de exaltar o valor da nossa democracia conquistada com suor e sangue. Viva o Estado de Direito.”

Um dos perfis no Twitter que mais tem movimentado a hashtag que celebra o 31 de março é o do ex-deputado Roberto Jefferson (PTB), aliado do presidente Jair Bolsonaro. “Você quer conhecer o futuro? Então olhe para o passado. Veja se não são parecidas as táticas de hoje para desestabilização do País com as que eram usadas em 1964”, escreveu o ex-deputado, pivô do escândalo do mensalão.

Fonte: Com informação do Terra

Auxílio de R$ 600,00 é essencial na pandemia, afirma Dieese


A explosão de casos de contaminações e mortes em decorrência da Covid-19 junto ao colapso no sistema de saúde em diversos municípios brasileiros expõem a triste realidade de que o País não consegue atravessar as crises sanitária e econômica.

Para que haja diminuição de casos, é necessário adotar o isolamento social como medida de prevenção. A ciência aponta para essa solução desde o início da pandemia. Mas para que isso ocorra, é preciso que o governo proteja a população e ofereça um Auxílio Emergencial com um valor digno àqueles que não podem ficar em casa.

É o que defende o Dieese (Departamento Intesindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Segundo o diretor-técnico da entidade, Fausto Augusto Junior, as pessoas que estão sem renda ou que recebem um Emergencial baixo não conseguirão ficar em casa.

De acordo com o dirigente, as pessoas só saem porque não têm outro tipo de renda. “Estamos terminando o terceiro mês de 2021 sem nenhum auxílio e o governo discutindo uma renda de R$ 250,00 que é incapaz de suprir às necessidades da população”, alerta Fausto.

Articulação – O Congresso Nacional aprovou a PEC 186 (Emergencial) em 12 de março, mas sem um valor definido para o pagamento do benefício, apenas o teto de R$ 44 bilhões para bancar o Emergencial por três meses.

Diante disso, o movimento sindical articula com lideranças políticas na Câmara e no Senado, além de dialogar com governadores brasileiros. Na quarta (24), 16 mandatários estaduais enviaram documento aos parlamentares pedindo que o valor seja de R$ 600,00 por mês.

Mobilização – Também na quarta, no Dia Nacional de Lutas, representantes das Centrais Sindicais e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, que representou o Fórum dos Governadores, se reuniram em live transmitida pelas redes sociais alertando para a importância do Auxílio Emergencial de R$ 600,00.

Fausto Augusto Junior acredita que o apoio de políticos de todo o Brasil é importante para pressionar o governo federal e o Congresso para rever o valor do Auxílio. “A mobilização de governadores e do movimento sindical é fundamental pra colocar a discussão dos R$ 600,00 em pauta”, avalia.

Fonte: Agência Sindical

Brasil chega a 300 mil mortes e governo genocida manipula estatísticas para mascarar tragédia


O Brasil alcançou nesta quarta-feira (24) a triste marca de 300 mil mortos pela covid-19.

Acuado pelas críticas e a crescente indignação nacional com o descontrole, a providência do governo foi típica do negacionismo ilusionista cultivado pelo presidente genocida. O Ministério da Saúde voltou a manipular os dados com registros de óbitos pela doença para reduzir artificialmente o morticínio provocado pelo líder da extrema direita brasileira.

Bolsonaro também criou um seleto Comitê de Combate à Covid-19 com o falacioso discurso de que é preciso unir a nação, que contradiz na prática ao excluir do comitê os governadores que lhe fazem oposição, inclusive do maior estado do país, São Paulo. É simplesmente Bizarro.

Embora defendendo tardiamente a vacinação, depois de sabotá-la no momento mais decisivo, assim como o uso de máscara, que sempre combateu, o presidente genocida continua defendendo o uso de medicamentos e tratamentos preventivos condenados pela ciência e pela OMS inclusive porque já foram registrados efeitos colaterais que podem ser letais.

Caos e colapso

O país atinge a marca assombrosa de 300 mil mortos um dia após registrar, pela primeira vez, mais de 3 mil mortes em apenas 24 horas. E num momento de colapso nos hospitais, tanto públicos quanto privados. UTIs superlotadas desafiam profissionais de saúde já esgotados.

Com dados novos de 10 estados (AL, BA, GO, MG, MS, MT, PR, RN, SP e TO) desde a véspera, o país soma agora 300.015 óbitos. Casos confirmados de Covid-19 são 12.183.338. Nem com a manipulação descarada dos dados o governo conseguiu evitar o fatídico número.

Apenas nos três primeiros meses do ano, com o detalhe que março ainda não chegou ao fim, a doença ceifou mais de 100 mil vidas e já não restam dúvidas da responsabilidade do genocida Bolsonaro pela tragédia sanitária que está esgotando a capacidade dos cemitérios e transformando o Brasil num velório ambulante e numa terra de enlutados.

Manipulação criminosa

Feita com o propósito de mascarar a tragédia, eludir a chamada opinião pública e engabelar o povo, a manipulação dos dados é mais um crime sem castigo do governo genocida. Leia abaixo matéria da jornalista Mônica Bergamo sobre o tema:

O Ministério da Saúde passou a exigir informações como CPF, número do cartão nacional do SUS (CNS) e a nacionalidade de pacientes com Covid-19 –e fez o número de registro de óbitos despencar nesta quarta (24).

O governo de São Paulo foi o primeiro a detectar o problema. A coluna apurou, no entanto, que ele alcançou todo o país.

Um técnico do Ministério da Saúde confirmou as informações à coluna. E disse que houve um problema de instabilidade reportado ao Datasus, que cuida do sistema de informações da pasta.

A inserção do CPF não teria puxando os dados do paciente automaticamente, como deveria passar a fazer com a atualização. A pasta estaria realizando novos testes para melhorar o acesso ao sistema.

De acordo com o mesmo técnico, o Datasus já retirou a obrigatoriedade de inserção dos dados, por causa da instabilidade e depois que a medida repercutiu negativamente.

A mudança alterou drasticamente, por exemplo, o registro de óbitos em São Paulo. Na terça,o número de mortes no estado chegou a 1.021. Nas últimas 24 horas, ele despencou para 281.

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo enviou ofício nesta quarta (24) ao ministério questionando a decisão de mudança nos critérios de registro de mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave no sistema Sivep Gripe (Sistema de Informação de Vigilância da Gripe), onde estão incluídos os doentes com Covid-19.

Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira e Diretor Jurídico Henrique Gomes coordenam Live sobre Precatórios do FUNDEF nessa Sexta-Feira 26


O Presidente do SINPROESEMMA professor Raimundo Oliveira e o Diretor Jurídico do Sindicato cordenam nessa Sexta-Feira (26), às 09:30, por meio da página da entidade no Facebook e no canal TV SINPROESEMMA no YouTube, uma Live com o tema "Precatórios do FUNDEF a Derrubada do Veto 48 e os benefícios para os Educadores.".

Na oportunidade participam como debatedores os Advogados Leverriher Alencar, Jailson D'Lima, e do professor e advogado Josivaldo Corrêa. 

Na pauta do encontro os participantes trarão informações e esclarecimentos sobre Precatórios do FUNDEF e toda a luta travada pelo Sindicato e demais entidades na justiça para que o trabalhador e trabalhadora vença e tenha acesso a este direito o mais breve possível.

O Diretor Jurídico do SINPROESEMMA Professor Henrique Gomes reforça o convite "aos maiores interessados nesse tema, que são os próprios profissionais, a participarem dessa Live sobre Precatórios do FUNDEF.".

O Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira também reafirma a importância da participação: "Convido todos e todas as trabalhadoras e os trabalhadores em educação a acompanharem conosco essa Live, pois lá teremos informações importantes.
 O evento acontece na manhã dessa sexta (26), às 09:30. Será mais um momento em que estaremos juntos nessa luta para garantir direitos e ampliar nossas conquistas.".

"O Brasil está em estado terminal.", afirma Adilson Araújo na live das centrais sindicais

Presidente nacional da CTB Adilson Araújo

“O Brasil se encontra num estado grave. Sob a prevalência do negacionismo, das doses de cloroquina e ivermectina o país caminha para seu estado terminal”, afirmou o presidente da CTB, Adilson Araújo, durante live promovida pelas centrais sindicais no âmbito do Dia Nacional de Luta convocado para esta quarta-feira (24) em unidade com as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo .

O sindicalista enalteceu a iniciativa das centrais. “É muito importante esta data para uma profunda reflexão. Devemos ultrapassar hoje a trágica marca de 300 mil mortos pela Covid-19. O grau de maturidade alcançado pelas centrais tem se revelado uma grandeza de fundamental importância”, ressaltou

O presidente da CTB lastimou o clima de velório que tem acompanhado o avanço impiedoso da doença. “Acordei nesta quarta-feira (24) com a informação da perda de um valoroso patriota, nosso eterno militante e ex-deputado federal Haroldo Lima e também soube hoje da morte de Pedro Eugênio Beneduzzi Leite, bancário, militante da Contraf”, comentou.

Araújo criticou duramente a redução do valor do novo auxílio emergencial ofertado por Bolsonaro. “150 reais não compra sequer um quarto de uma cesta básica, é urgente resgatar o auxílio com o valor original de R$ 600,00”, salientou.

Ele também mencionou a difícil situação vivida pela classe econômica em meio à crise sanitária, econômica e política. “Temos 79 milhões de brasileiros e brasileiras em idade ativa fora da força de trabalho e junto com o desemprego em massa presenciamos a destruição de direitos e a degradação das condições de trabalho. Hoje um trabalhador de aplicativo chega a trabalhar 14 horas diárias ou até mais em fins de semana”.

Em sua opinião, “falta um projeto nacional, a única ambição do governo é vender tudo e estabelecer o Estado mínimo, com ajustes fiscais e cortes de verbas essenciais, enquanto a pandemia evidencia a necessidade de universalização dos serviços públicos”.

Araújo defendeu um “projeto de reconversão industrial para fazer máscaras, EPIs, álcool gel, garantir equipamentos hospitalares, sedativos, oxigênio”, mas constatou que infelizmente “o país em estado terminal vai oscilando para pior”.

“Não há como vislumbrar uma política de emprego e renda com este governo medíocre”, observou. “Os EUA acabam de aprovar um orçamento da ordem de US$ 1,9 trilhão para enfrentar os problemas econômicos e sociais, com pesados investimentos em infraestrutura e tecnologia e seguridade social”.

Na contramão deste movimento, que também se verifica na Inglaterra e muitos outro países, Bolsonaro e Paulo Guede insistem na política neoliberal de Estado mínimo e arrocho fiscal, “A centralidade da luta atual é a defesa da vida, as centrais estão unidas neste propósito. Nada do que vivemos tem sentido se não formos capazes de tocar o coração das pessoas”, finalizou o presidente da CTB.

SBPC

O presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ildeu Moreira, também participou da live e manifestou sua solidariedade aos trabalhadores e trabalhadoras, “especialmente os que estão na linha de frente do enfrentamento desta doença terrível”.


Moreira ressaltou que a SBPC já soma 70 anos de luta em defesa da educação, da saúde, da ciência, da medicina. Ele considerou “muito importante este dia nacional de mobilização com a agenda focada na defesa da vida e da saúde”, disse que a prioridade absoluta é a vida, não o ajuste fiscal. “É fundamental que estejamos todos juntos neste momento difícil da vida nacional”.

A SBPC reúne cerca de 160 sociedades científicas, “que estão juntos conosco no Pacto pela Vida e pelo Brasil, cuja agenda coincide esta que vocês estão colocando, o lema do nosso manifesto é ´o povo não pode pagar com´”.

O líder cientista destacou a “importância de ter um plano nacional, o Brasil precisa disto”. Entretanto, “o que vimos é uma política de descoordenação, desmonte e negacionismo que favorece a morte e não a vida”.

Fórum dos Governadores

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, falou em nome do Fórum dos Governadores Pela Vida na live das centrais. “Fico muito feliz em participar desta live, representando o Fórum dos Governadores, até pela minha origem, sou professora, servidora e tenho toda uma vivência no movimento sindical, fico feliz de ver o movimento sindical e os movimentos sociais tão engajados nesta luta em defesa da vida.”


Na opinião da governadora a saída que está colocada é “isolamento e avançar com toda garra com o processo de vacinação”. Ela não poupou críticas ao governo. “Hoje viramos o epicentro da pandemia no mundo e isto se deve à postura negacionista que a maior autoridade do nosso país adotou”.

Segundo ela, “uma das falhas mais graves foi em relação à vacina. Seguramente se estivéssemos com o processo de vacinação acelerado certamente o país não estaria vivendo esta tragédia. Nesta data vamos ultrapassar a marca dos 300 mil mortos e não são apenas números, são vidas, são sonhos que se foram.”

Fonte: Portal CTB

SINPROESEMMA mobiliza categoria para Dia Nacional de Alerta em Defesa da Educação Escolar Básica Pública e Lockdown pela Vida


Neste dia 24 de março, o Sinproesemma mobiliza os trabalhadores em educação de todo o Maranhão para participarem do Dia Nacional de Alerta em Defesa da Educação Pública. A mobilização faz parte do calendário de lutas da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e reivindica o direito à vida, volta das aulas presenciais somente após vacinação para toda a comunidade escolar e auxílio emergencial para as famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade, entre outros.


Neste atual cenário de aumento dos casos da Covid-19 em todo o Brasil e em respeito às recomendações das autoridades sanitárias, a nossa Campanha será realizada de forma virtual com a disponibilização de cards para serem utilizados em todas as nossas redes sociais.

A ação visa estimular o enfrentamento contra os retrocessos e impulsionar a luta por mais investimentos e valorização aos trabalhadores em educação.

Vamos mobilizar cada trabalhador e trabalhadora da educação do nosso Estado para participar das ações e compartilhar os materiais de divulgação, utilizando a hastag #EmDefesadaEducação.


“Vamos mobilizar toda a categoria e a sociedade para lutar contra a política genocida do Governo Federal. Estamos indo na contramão do mundo e por isso já perdemos quase 300 mil vidas. Vamos pressionar os governantes para que medidas efetivas sejam tomadas, pois essa política negacionista, amparada no desemprego e desamparo ninguém aguanta mais”, comentou Oliveira.

Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA