SINPROESEMMA apresenta grande programação para Arraial da Educação dia 22 de Junho


O Sinproesemma vai realizar no dia 22 de junho, o Arraial da Educação 2024. Este ano o tema da festa junina dos educadores será “A alegria do São João com a conquista do Precatório da Educação!". 

Com várias atrações típicas e de peso do São João do Maranhão, o Arraial da Educação promete ser mais um ano de sucesso e diversão para os sócios do Sinproesemma. A festa de cores e ritmos ficará por conta do popular Boi da Maioba, do tradicional Boi de Axixá, além de danças típicas do São João maranhense e ainda o melhor forró pé de serra com Raimundinho Sanfoneiro. Sem falar nas barracas com comidas típicas e muitas outras surpresas que vão animar a noite.

Programação completa do Arraial da Educação 2024:

- 18h às 19h: Raimundinho Sanfoneiro
- 19h às 20h: Cacuriá da Basson
- 20h às 21h: Cia Reque Brasil
- 21h às 22h: Boi da Maioba
- 22h às 23h: Boi de Axixá
- 23h às 00h: André Miranda e Banda

Segundo a secretária de Cultura do Sinproesemma, professora Jori Mary, a festa está sendo preparada com muito carinho para proporcionar o melhor arraial para os trabalhadores em educação.

“O Arraial da Educação já é uma festa tradicional do nosso calendário de eventos e esse ano, estamos preparando a melhor programação, com atrações tradicionais das festas juninas do Maranhão, que vai se juntar a nossa belíssima decoração, em um espaço amplo, com segurança e toda a comodidade para os educadores se divertirem e curtirem com muita alegria a festa junina”, pontuou Jori Mary.

O presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, convida todos os associados do Sindicato para participarem do Arraial da Educação.

“O Arraial da Educação não é apenas uma celebração junina, mas também uma oportunidade para comemorarmos juntos a vitória do Precatório do Fundef, que foi uma luta árdua e uma conquista que representa a valorização e o reconhecimento dos direitos dos profissionais da educação. Portanto, educadores, traga a sua família, chame os amigos e venha participar dessa festa cheia de cores, sabores e tradições. Juntos, faremos do nosso arraial um momento de união e comemoração”, disse Oliveira.

Não fique de fora! Anote na sua agenda e venha festejar com a gente no dia 22 de junho, a partir das 18 horas, na sede social do Sinproesemma, na estrada de Ribamar, no Laranjal. Cada sócio do Sinproesemma tem direito a levar 5 convidados para o Arraial da Educação.

Serviço: 

Data: 22 de junho de 2024
Horário: A partir das 18 horas
Local: Sede Social do Sinproesemma, bairro Laranjal

Fórum de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais publicam Manifesto contra PL do estupro (1904)


"Nós, mulheres trabalhadoras, sindicalistas que compomos o Fórum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais Sindicais – FNMT/CS, vimos a público para repudiar a proposição do PL 1904/2024, de autoria do Deputado Federal Sóstenes Cavalcante (PL/RJ).

Temos convicção que não podemos retroceder em leis que foram formuladas no passado, no código penal, para proteger crianças, meninas e mulheres em seu direito a vida que é claro: estupro é crime e deve ser garantido o direito ao aborto as vítimas nos casos, fetos anencéfalos e risco de morte para a mãe.

Esse famigerado PL propõe a equiparação do aborto ao crime de homicídio, com pena de 20 anos as vítimas e 10 anos aos estupradores. Uma evidente insanidade e desrespeito aos direitos humanos.

O Projeto é de caráter reacionário, misógino, tenta mais uma vez criminalizar mulheres que recorrem à interrupção da gravidez, tirando inclusive, o pouco direito conquistado. É preciso esclarecer que o direito ao aborto e não deve ser tratado como uma questão religiosa! Ele, antes de tudo, diz respeito a uma questão de saúde pública. O estado democrático de direito se baseia na laicidade, assegurando que as leis não sejam vinculadas a dogmas religiosos de qualquer espécie.

É importante reforçar que mulheres pobres, que não dispõem de recursos para pagar clínicas seguras, são as principais penalizadas. Muitas mulheres que recorrem ao aborto são menores de idade, vítimas de violência e estupro. O PL é um ataque ao direto à vida, pois se trata de uma violência contra as mulheres. É inacreditável que esse tipo de pauta seja proposto e discutido no parlamento brasileiro.

Consideramos, inclusive, que tal ataque não é apenas ao direito reprodutivo e à liberdade da mulher, é um enorme retrocesso à toda luta em combate a violência contra a mulher e à cultura do estupro. É inadmissível que se conjecture a possibilidade de que mulheres e meninas estupradas sejam criminalizadas e penalizadas com pena maior que a de seu estuprador.

Esse PL, deve ser rechaçado por toda a população brasileira, porque além de ferir a legalidade, o direito, à vida das mulheres e meninas, ele também se trata de uma apologia ao estupro, dada a sua atenuação.

Em 2022 foi registrado o maior número de estupros de vulneráveis na história do Brasil. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, seis em cada dez vítimas tinham até 13 anos de idade e em sua maioria do sexo feminino e negras.

Segundo o DATASUS, a cada ano, uma média de 20 mil meninas entre 8 e 14 anos são obrigadas a assumirem uma maternidade decorrente de violência sexual, comumente incestuosas que se reitera pela frequência e pelas barreiras em relação ao acesso ao aborto legal.

As mulheres sindicalistas das Centrais Sindicais reafirmam seu intransigente compromisso em defesa das crianças, meninas e mulheres vítimas de estupro e solicita a imediata retirada do PL 1904/2024 da pauta, considerada um grave retrocesso a democracia e risco a vida, a saúde e a dignidade humana, em especial das meninas e mulheres do Brasil, população historicamente vulnerável.

NÃO AO PL 1904/2024

CRIANÇA NÃO É MÃE, ESTUPRADOR NÃO É PAI.".

São Paulo, 18 de junho de 2024.

Antonieta Cassia Dorleto de Faria, Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CSB

Celina Arêas, Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CTB

Amanda Corsino, Secretária Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT

Maria Auxiliadora dos Santos, Secretária Nacional   de Política para mulheres e gênero da força sindical

Patrícia Andréia Carreteiro, Secretária Nacional de Políticas para Mulheres Intersindical

Nilza Pereira de Almeida- secretária geral da Intersindical-CCT

Sonia Maria Zerino da Silva, Secretária Nacional para Assuntos da Mulher da NCST

Maria Edna Medeiros, Secretária Nacional da Mulheres da UGT

Centrais denunciam governador do Paraná, Ratinho Jr, na OIT por práticas antissindicais, ataque ao direito de greve, violência e ameaça contra professores e professoras


Centrais sindicais do Brasil protocolaram uma denúncia formal na Organização Internacional do Trabalho (OIT) contra o governo estadual do Paraná e seu governador, Ratinho Junior (PSD), por práticas antissindicais, ataque ao direito de greve, violência contra a professores e professoras e ameaça à liberdade da presidenta do APP-Sindicato, entidade que representa a categoria.

O alvo principal da denúncia, durante a 112ª Conferência Internacional do Trabalho, realizada em Genebra, na Suíça, é a truculência do governador paranaense contra a greve dos professores, realizada de 3 a 5 de junho (veja abaixo), contra projeto de privatização da gestão das escolas públicas.

As centrais acusam ratinho Junior de ameaçar os profissionais da educação com “descontos, processos administrativos e até demissão para aqueles que aderissem à greve, além de impedir que o Sindicato acessasse as escolas e locais de trabalho para conversar com a categoria".

Ainda no documento, as centrais denunciam a cobrança de multa diária de R$ 100 mil e a prisão arbitrária da presidenta do Sindicato dos Professores do Estado do Paraná (APP-Sindicato), Walkiria Mazeto, durante a greve sob alegação que o sindicato teria descumprido liminar sobre o movimento grevista.

Mencionam ainda o envio de mensagens em aplicativos como WhatsaApp, usando dados internos da secretaria de Educação. Pais e responsáveis receberam vídeos com posicionamento contrário à greve, criticando o sindicato e mencionando as manifestações dos professores como “partidárias e violentas que colocariam seu filho em risco”.

“Por violação do direito sindical e ao direito de greve, o governador Ratinho Junior e o governo do estado do Paraná terão que prestar contas por seu autoritarismo”, disse em mensagem nas redes sociais o secretário de Relações Internacionais da CUT, Antônio Lisboa, que, junto com representantes das centrais Força Sindical, UGT, CTB, CSB e NCST, assinou o documento de denúncia.

As centrais pedem que o Comitê de Liberdade Sindical da OIT se "manifeste de forma veemente contra as práticas persecutórias do governo do estado do Paraná, deixando claro que a conduta de Ratinho Junior é incompatível com a Constituição da OIT, e com as Convenções 87, 151 e 154”.

A convenção 87 versa sobre a liberdade sindical e a liberdade associação com o direito fundamental, junto o direito de negociação coletiva, tratado pela Convenção 154. Já a Convenção 151 trata do direito de organização sindical para servidores públicos.

O movimento grevista

Os professores e professoras do Paraná entraram em greve no dia 3 de junho contra o projeto do governo Ratinho Jr, que permite privatizar a educação e coloca em risco não só a qualidade do ensino público, mas também o emprego de professores e professoras de, ao menos, 200 escolas.

Votado em regime de urgência no mesmo dia, pela Assembleia paranaense (Alep), em meio a muita confusão e repressão policial o PL “Parceiros da Escola” traz em seu bojo os termos “empresa gestora”, “inovação”, “eficiência e eficácia”.

A categoria realizou uma manifestação em Curitiba. Mais de 20 mil pessoas foram às ruas para dizer não ao projeto. A caminhada, que saiu da Praça Santos Andrade, foi até a Assembleia Legislativa. No local, novamente, os servidores públicos foram recebidos com violência pela Polícia Militar.

Além de bombas de efeito moral e tiros de bala de borracha, dois manifestantes foram presos pela Polícia Militar. A sessão legislativa, que chegou a ser suspensa, foi retomada horas depois em modalidade virtual e o projeto foi aprovado em primeira votação por 39 votos favoráveis e 19 contrários.

Conselho de Administração da OIT

Ainda durante a 112ª Conferência Internacional do Trabalho, Antônio Lisboa foi reeleito para seu terceiro mandato como membro do Conselho. Órgão executivo da OIT, o Conselho se reúne três vezes ao ano, nos meses de março, junho e novembro para discutir e tomar decisões sobre a política da OIT.

Além disso, determina a agenda para a Conferência Internacional do Trabalho e elege o Diretor-Geral da organização. O Conselho é composto por 56 membros titulares (28 Governos, 14 Empregadores e 14 Trabalhadores) e 66 membros suplentes, com eleições a cada três anos.

“Espero fazer um ótimo mandato defendendo os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras do mundo inteiro. Nesses próximos três anos nós temos grandes desafios, por exemplo defender os direitos dos trabalhadores informais, regular o trabalho em plataforma, regular a inteligência artificial, discutir a transição energética justa, para que não seja mais sofrimento para a classe trabalhadora do mundo inteiro”, disse Lisboa.

“Espero estar mais uma vez em condição de enfrentar esses desafios”, pontou o dirigente.

Lula

Os temas apontados por Lisboa como desafio estão em consonância com a mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu discurso oficial na Conferência.

“Ações políticas voltadas às habilidades digitais serão fundamentais em uma economia descarbonizada. Nas revoluções industriais, aprendemos que invocações podem ampliar os horizontes, mas é a luta democrática que viabiliza seu uso. A Inteligência Artificial transformará radicalmente nosso modo de vida, mas teremos que atuar para que chegue a todos e não apenas a melhor parte, para alguns”, disse Lula.

O presidente citou que a não democratização da tecnologia, em especial a inteligência artificial é fator que pode reforçar vieses políticos e ideológicos. E lembrou que um terço da população mundial não tem acesso à internet. Falou ainda sobre a necessidade de se criar mecanismos de inteligência artificial no ‘cone sul do mundo’, ou seja, dos países em desenvolvimento, para que não fiquem reféns da tecnologia das grandes potências econômicas.

Ao falar sobre desigualdades sociais, Lula citou o trabalho informal, com números. “Saltou de 1,7 bilhão para 2 bilhões em 2024 em todo mundo”, disse, além de falar sobre a renda mundial seguir em queda, novas gerações não terem espaço no mercado de trabalho, e de que há um grande contingente de jovens que nem trabalham e nem estudam.

No que diz respeito às questões do meio-ambiente e a transição justa, Lula lembrou que o Brasil sediará, este ano, a COP 30, em Belém (PA), e chamou à responsabilidade os países desenvolvidos. “Na nossa Amazônia, em baixo de cada árvore, há um trabalhador que precisa de salário e condição digna de vida. A Amazônia não pode ser vista como um santuário para a elite, tampouco de riquezas a serem exportadas”, afirmou.

A 112ª Conferência Internacional do Trabalho anual, em Genebra, que começou no dia 3 de junho e vai até esta sexta (14).

Centrais Sindicais buscam apoio de Pacheco e Lira para pauta trabalhista

Entidades buscam entendimentos para aprovar o PLP 12/24, dos aplicativos, e, ainda, garantir custeio, ameaçado, para os sindicatos | Fotos: DIAP

Em importante movimento em defesa da agenda trabalhista no Congresso Nacional, representantes das centrais sindicais se reuniram, na última quarta-feira (12), com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). O encontro ocorreu no gabinete do parlamentar, em Brasília.

Na ocasião, os líderes sindicais apresentaram as agendas Legislativa e Jurídica da classe trabalhadora, com as prioridades para 2024, com destaque para a importância de a proteção dos direitos trabalhistas e da organização e estrutura sindicais.

Outro tema abordado na reunião foi o PLP (Projeto de Lei Complementar) 12/24, que cria pacote de direitos para os trabalhadores por aplicativo, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, e que ainda vai passar pela apreciação do Senado Federal.

Trabalhadores com aplicativos
As centrais sindicais expressaram preocupação com o impacto do projeto para esses trabalhadores e de possíveis retrocessos no exame do PL.

Como é o caso do impedimento à negociação coletiva entre trabalhador e empresa, após alteração no texto feita pelo relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços.

O texto, em seguida vai à discussão, respectivamente, nas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça, antes de ser votado em plenário.

Diante disto, os dirigentes sindicais solicitaram o apoio de Pacheco para garantir legislação justa, equilibrada e que garanta os direitos trabalhistas desse importante segmento profissional, que reúne, hoje, mais de 2 milhões de trabalhadores.

Contribuição assistencial
Também na reunião, as centrais destacaram as constantes ameaças que o movimento sindical vem sofrendo, referindo-se ao relatório do senador Rogério Marinho (PL-RN), que veta a taxa ou contribuição assistencial, paga pelo trabalhador por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Para os dirigentes, a medida é clara tentativa de minar financeira e materialmente as entidades sindicais, em particular os sindicatos, a fim de tirar-lhes força e condições de representar as demandas dos trabalhadores nas empresas.

Em resposta, Pacheco se comprometeu a analisar cuidadosamente as demandas apresentadas pelas centrais sindicais e trabalhar em conjunto para garantir que a pauta trabalhista receba a devida atenção no Senado Federal.

Projetos de lei
Sobre o tema há 2 projetos de lei — PL 2.830/19 e 2.099/23 — o primeiro teve parecer do relator, Rogério Marinho aprovado na CCJ, na semana passada, contra a taxa assistencial.

O segundo está em discussão — depois de ter tido parecer de Marinho aprovado na CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) —, na CAS (Comissão de Assuntos Sociais), sob a relatoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que busca construir acordo com as centrais, confederações patronais e oposição, com propósito de aprovar algum tipo de custeio e financiamento para os sindicatos.

Câmara dos Deputados
Os representantes das centrais sindicais também estiveram, na última terça-feira (11), com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para tratar também da pauta sindical no Legislativo, em particular na Casa.

Foram entregues ao parlamentar as agendas Legislativa e Jurídica da classe trabalhadora, bem como os temas prioritários.

Pelas centrais sindicais, participaram das reuniões os presidentes da Pública Central do Servidor, José Goze; da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Sergio Nobre, e o secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, e, também, o assessor do Fórum das Centrais, Clemente Ganz Lúcio.

Presidente do SINPROESEMMA professor Raimundo Oliveira denuncia e cobra governo do estado por reforma urgente do Centro de Ensino Humberto de Campos em Araioses

Raimundo Oliveira em frente à escola Humberto de Campos, em Araioses

O presidente do Sinproesemma Raimundo Oliveira esteve dia 7 de Junho na cidade de Araioses em visita aos trabalhadores e trabalhadoras em educação do município.


O Presidente do SINPROESEMMA participou de encontro com  educadores e educadoras e se deparou com a situação precária da única escola estadual de Araioses localizada na sede do município, o Centro de Ensino Humberto de Campos. "É dramática e preocupante essa situação. Quem perde com isso são nossos estudantes e a sociedade.", destacou Oliveira. 


Oliveira chamou a atenção do Governador Carlos Brandão e do secretário de Educação Felipe Camarão para a "necessidade de investir urgente na reforma do Centro de Ensino Humberto de Campos que está completamente tomado pelo mato, o prédio totalmente depredado, salas de aulas com quadro branco sem condições de uso, banheiros sem portas, salas amontoadas, telhado com goteiras que já viraram buracos, sem quadra de esporte adequada para os alunos, uma tristeza só, ver uma escola da rede estadual nessas condições.", lamentou e cobrou Oliveira. 


O dirigente lembrou que o governo do Maranhão acabou de receber 40% do precatório do Fundef para a manutenção da educação. "É preciso dar um basta nessa precariedade. E dinheiro tem para reformar a escola.", disse Raimundo Oliveira.

Eremi Melo, do Brasil, é 1ª mulher metalúrgica à frente da UIS Metal

Eremi Melo, eleita secretária-geral da UIS Metal

Por André Cintra, do Portal Vermelho

O 4º Congresso da União Internacional Sindical – Metal e Mineração (UIS MM) terminou nesta quinta-feira (30), em Buenos Aires (Argentina), com a histórica eleição da metalúrgica brasileira Eremi Melo para secretária-geral. É a primeira vez que uma mulher assume o cargo mais importante na direção da entidade. Ela vai suceder o também brasileiro Francisco Souza, que estava à frente da Secretaria Geral desde 2013.

“Estamos lutando contra um gigante que se chama capitalismo e que destrói as nossas nações, as nossas vidas, o nosso meio ambiente e a nossa juventude. Mas esse sistema não consegue destruir a nossa perspectiva – que é a perspectiva do socialismo”, afirmou Eremi no discurso de posse.

Participaram do Congresso sindicalistas de Argentina, Brasil, Chile, Cuba, Galícia, Índia, País Basco, Peru, Uruguai e Valência. Os delegados aprovaram um plano de lutas para o sindicalismo classista, sob o lema “Direitos Humanos e Trabalho Digno. Pela Soberania dos Povos e pela Paz. Contra o Imperialismo”.



Segundo Eremi, é preciso que o Conselho da UIS Metal “assuma o desafio de viabilizar esse plano no dia a dia dos trabalhadores e das trabalhadoras”, além de elevar o “patamar de luta e visibilidade” da entidade. “A nossa luta é uma luta viva – uma luta por perspectivas para a classe trabalhadora”, agregou a nova secretária-geral.

Operária desde 1989 da Mundial S.A., de Caxias do Sul (RS), Eremi de Fátima da Silva Melo tem 59 anos. É dirigente da Fitmetal (Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil) e da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil). Integra também o Comitê Central do PCdoB (Partido Comunista do Brasil). Em março, tornou-se a primeira mulher a assumir o Sindicato dos Metalúrgicos de Caxias, permanecendo por um mês na presidência.

Sobre o Congresso

Uma exposição do sindicalista brasileiro Divanilton Pereira, secretário-geral adjunto da FSM (Federação Sindical Mundial), marcou a abertura do 4º Congresso da UIS Metal, que foi realizada na noite nesta terça (28). De acordo com Divanilton, o 18º Congresso da FSM aprovou a redução da jornada de trabalho como principal bandeira de luta internacional do sindicalismo classista.



“É uma resposta classista frente ao aumento da produtividade do trabalho pelo incremento das novas tecnologias, mas apropriada apenas pelo capital. Este 4º Congresso da UIS Metal pode trazer essa jornada contemporânea entre as suas prioridades”, declarou o dirigente da FSM, que representa 105 milhões de trabalhadores em 134 países.

Francisco Souza – que, na nova direção, responderá pela Secretaria da Metalurgia – apresentou um balanço da atuação da UIS desde seu 3º Congresso, realizado no Cairo (Egito), em 2018. Além dos impactos contínuos da crise do capitalismo, o período foi marcado pela pandemia de Covid-19, que matou mais de 6,9 milhões de pessoas e provocou uma recessão global.

O vice-presidente da Fitmetal, Alex Custodio, falou sobre a conjuntura brasileira. Segundo ele, com a volta de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, o Brasil passou a viver “uma importante jornada de reconstrução nacional”, que tenta “recolocar o País na rota da soberania, da reindustrialização e do progresso”.

A Fitmetal também foi representada em Buenos Aires pela secretária de Finanças, Andreia Diniz, e pelos membros da direção plena Mario Hudson e Beto Osório. Integraram, ainda, a delegação Omar Requena e Thamyres Cristina, ambos do Sindicato dos Metalúrgicos de Betim (MG).

CTB promove Seminário sobre reindustrialização em 11 de junho


No dia 11 de junho, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), realizará o seminário: Nova Política Industrial a Serviço do Desenvolvimento do Brasil, de forma presencial na Casa da Classe Trabalhadora localizada na rua Cardoso de Almeida 1843, Bairro Sumaré – São Paulo-SP e On-line, das 16h às 18h. O evento reunirá representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) e Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do 

Brasil (Fitmetal).




O encontro tem por objetivo debater os desafios de uma Nova Política Industrial a serviço de uma estratégia nacional de desenvolvimento. Trata-de da Nova Industria Brasil (NIB), programa lançado pelo Governo Federal em 21 de janeiro deste ano.

O Brasil avança na direção da denominada neoindustrialização com o lançamento da Nova Indústria Brasil (NIB). O Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) apresentou a política industrial ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, destacando sua importância para o curso do desenvolvimento nacional até 2033.

Com foco na sustentabilidade e inovação foi apresentado pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, o plano de ação 2024 a 2026. Para esse período, a NIB prevê investimentos iniciais de R$ 300 bilhões para o financiamento do setor.

Somam ainda mais R$ 106 bilhões anunciados na primeira reunião do CNDI, em julho do ano passado, e outros R$ 194 bilhões foram incorporados, provenientes de diferentes fontes de recursos redirecionados ao financiamento das prioridades da Nova Indústria Brasil.

A iniciativa é um passo importante para a construção de uma agenda de desenvolvimento nacional com valorização do trabalho.

Industrialização

Desde o começo, no século 19, a industrialização no Brasil tem sido um campo de batalha político e social, não apenas entre atores internos, mas também envolvendo potências capitalistas. Países como a Inglaterra e os Estados Unidos têm historicamente influenciado políticas econômicas visando manter o Brasil como um mercado consumidor de suas mercadorias industrializadas e um fornecedor de commodities.

A manutenção desse modelo de divisão internacional do trabalho é um objetivo estratégico de longa data para as potências imperiais. Isso se deve ao fato de que a indústria desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das nações, mesmo diante do crescente peso das atividades de serviços na economia global.

O declínio relativo dos Estados Unidos, marcado pela desindustrialização, contrasta com a ascensão da China, cujo rápido crescimento econômico é impulsionado pela produção industrial. Atualmente, o valor agregado pela indústria na China é o dobro fo valor agregado nos EUA, conforme dados do FMI.

Em 2022, a produção industrial chinesa atingiu US$ 5,1 trilhões, representando impressionantes 43,7% do PIB do país, enquanto nos EUA, esse valor foi de US$ 2,5 trilhões, correspondendo a apenas 12,7% do PIB. É por esta razão que o governo Biden anunciou um arrojado projeto de reindustrialização dos EUA, com forte participação e apoio do Estado.

Neste novo ciclo inaugurado pelo presidente Lula a reindustrialização do Brasil tem prioridade crucial para a valorização do trabalho, a soberania nacional, a democracia e o desenvolvimento.

Precisamos construir caminhos para um pacto entre a produção e o trabalho. E desenvolver políticas industriais e estratégias de desenvolvimento eficazes, promovendo um ambiente propício para a implementação de medidas que fortaleçam o complexo industrial nacional e impulsionem o progresso econômico e social do Brasil.

O evento é uma parceria da CTB com o jornal Hora do Povo e conta com a colaboração da Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (FITMETAL), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI), Federação Sindical Mundial (FSM), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários e Aéreos (CONTMAF), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins (CNTA), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliários (CONTRICOM), Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Metalúrgica do Rio de Janeiro (STIM Rio), Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Metalúrgica de Angra dos Reis (STIM Angra dos Reis), Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Metalúrgica de Camaçari (STIM Camaçari) e Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Metalúrgica de Betim (STIM Betim).

SERVIÇO:

Seminário: Nova Política Industrial a Serviço do Desenvolvimento do Brasil

Quando: 11 de junho de 2024

Horário: 16h às 18h

Onde: Casa da Classe Trabalhadora, Rua Cardoso de Almeida, 1843, Bairro Sumaré – São Paulo-SP e On-line pelo link: https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZMtdO-uqzwqGNx0ooR-TdD6DLB762WpNrrm

Programação:

Neoindustrialização – Uma Nova Indústria para o Desenvolvimento do Brasil

Palestrante: Rafael Lucchesi – Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Comentários: José Reginaldo – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI);

Assis Melo – Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fitmetal)

Presidente do SINPROESEMMA, Diretores e Diiretoras do Sindicato participam da Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília


Dirigentes do SINPROESEMMA  participaram nessa 4a Feira 22, em Brasília, da Marcha Nacional da Classe Trabalhadora

Este ano o tema da Marcha é "Dignidade para quem faz o estado”, mote que leva servidores e servidoras da educação pública de todo o país, e outras categorias, a Brasília, para a Marcha da Classe Trabalhadora. 


O Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira destaca a importância da Marcha e a presença do Sindicato no evento. "Mostramos que unidos somos fortes pra lutar e defender nossos direitos. O SINPROESEMMA mostra sua forma classista vencedora de fazer movimento sindical. Representamos aqui todos os trabalhadores e trabalhadoras em educação do Maranhão.". 


Raimundo Oliveira também ressaltou que quem representa trabalhadora e trabalhador é o sindicato e não governo. "Essa é a história da nossa luta. Sempre ao lado dos educadores e das educadoras em defesa de seus direitos. A Marcha expressa esse sentimento. De presença, posicionamento e clareza daquilo que defendem os trabalhadores e trabalhadoras.", disse. 

Precatório do FUNDEF

Sobre o Precatório do FUNDEF Oliveira lembrou a jornada de lutas para garantir a integralidade desse direito. "O SINPROESEMMA conseguiu mostrar mais uma vez sua capacidade de lutar pra garantir vitórias a todos da nossa categoria. Isso é um orgulho muito grande pra gente saber que milhares receberam um recurso que chega em boa hora e como uma conquista histórica resultado do trabalho sindical político e jurídico feito pelo SINPROESEMMA.", lembrou Oliveira

O Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira concluiu afirmando que "o SINPROESEMMA é grandioso, pelas lutas travadas sempre ao lado dos educadores e educadoras em defesa da educação e do fortalecimento dos nossos colegas de profissão. E esse é o sentido maior de estarmos aqui hoje novamente em Brasília marchando com a classe trabalhadora em defesa da educação, dos direitos, da democracia e do Brasil. Viva a nossa luta.". 

Centrais Sindicais fazem marcha em Brasília pelos direitos dos trabalhadores


São Paulo – Milhares de trabalhadores de diversas categorias de todas as partes do país realizaram nesta quarta-feira (22) uma marcha em Brasília. Eles levaram aos Três Poderes da República uma pauta de reivindicações em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Entre os principais pontos, estão a luta por emprego decente, a redução de impostos, a diminuição das taxas de juros, a qualidade da educação e a proteção ao meio ambiente.

O movimento foi organizado pelas centrais sindicais CUT, CTB, Força Sindical, Intersindical e Pública. Os trabalhadores começaram a se concentrar no estacionamento entre a Torre de TV e a Funarte, no Eixo Monumental. Antes de saírem em marcha até o Congresso Nacional, organizaram uma plenária que contou com a participação de ministros do governo Lula.

“Um dia 22 maravilhoso, histórico, que nasceu no Congresso da CUT em outubro, que a gente já sabia da importância desse período”, afirmou o presidente da CUT, Sergio Nobre. “A gente dá uma demonstração de unidade, de força, em relação a nossa pauta da classe trabalhadora.”

Ele afirmou que a vida no Congresso Nacional “não é nada fácil”, pois os trabalhadores estão em minoria tanto no Senado quanto na Câmara. “As nossas pautas só vão ter sucesso com muita mobilização e muita luta”.

A vice-presidenta da CUT e presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, destacou que, em ano de eleição, é preciso comprometer os candidatos com a pauta dos trabalhadores. “Todas as conquistas desse país são resultado da luta da classe trabalhadora, de homens e mulheres. E essa luta continua. A luta pela democracia, por direitos, por salários, por igualdade salarial. Luta para que o povo do campo tenha condições para plantar, para que o povo das cidades possa jantar”.
Mais direitos

Representando o Ministério das Mulheres, a secretária-executiva Maria Helena Guarezi, foi a primeira a falar. Nesse sentido, ela destacou a importância da participação dos sindicatos na fiscalização da lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres, que o governo Lula aprovou no Congresso no ano passado.

“A lei pede a prestação de contas para empresas com mais de cem funcionários, mas isso não significa que as empresas menores não pratiquem a igualdade salarial entre homens e mulheres. Por isso, peço aos sindicatos que chamem essas empresas e suas bases para conversar e fomentar essa prática em todos os espaços”, disse Maria Helena.

O chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo, destacou as conquistas do governo, apesar das dificuldades no Legislativo. “A nossa função aqui de dentro do governo é trabalhar e trabalhar para reconstruir o país. A de vocês é pautar o governo e a sociedade. É dizer no que temos que colocar mais peso. O que deve ser prioridade para a classe trabalhadora. Estamos em trincheiras opostas, mas do mesmo lado da história. O lado da democracia”, afirmou.
Valorização do salário mínimo

Por fim, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou que, sem a política de valorização que o governo Lula iniciou em 2005, o salário mínimo hoje seria de R$ 740. Por outro lado, caso não tivesse sido interrompida pelos governos Michel Temer e Jair Bolsonaro, hoje, o salário mínimo seria de R$ 1.498. Atualmente, após retomada de valorização no ano passado, o salário mínimo é de R$ 1.412.

“Muitas das nossas políticas públicas da hora foram bandeiras que lutamos muito, durante anos e anos. Nós temos capacidade de pensar, lutar e persistir até conquistar aquilo que entendemos ser o justo. Os sindicatos precisam voltar a ter a força de sempre para defender a classe trabalhadora”, defendeu o ministro.

Após a plenária, a Marcha da Classe Trabalhadora seguiu pela Esplanada dos Ministérios até o Congresso Nacional. Durante a tarde, representantes vão entregar aos presidente da Câmara e do Senado a 3ª edição da publicação Agenda Legislativa das Centrais no Congresso Nacional. Do mesmo modo, vão entregar também a Agenda Júridica das Centrais ao presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso.

Confira a pauta de reivindicações da classe trabalhadora: 

Reconstrução do Rio Grande do Sul: Medidas de proteção e amparo aos trabalhadores do estado.
Educação: Revogação do Novo Ensino Médio.
Valorização do Serviço Público: Contra a PEC 32/Reforma Administrativa.
Negociação Coletiva: Defesa da Convenção 151.
Trabalho Decente: Redução da jornada de trabalho e criação de empregos decentes.
Igualdade Salarial: Defesa da lei que garante salário igual para trabalho igual entre homens e mulheres.
Reforma Agrária: Garantia de alimento no prato para todos.
Redução de Impostos e Juros: Menos impostos para trabalhadores, correção da tabela de imposto de renda e juros mais baixos.
Valorização do Salário Mínimo e Aposentadorias: Aumento do salário mínimo e melhoria das aposentadorias.
Transição Justa e Ecológica: Medidas em defesa do meio ambiente e da vida.
Direitos dos Motoristas 
por Aplicativos: Apoio ao PLC 12/24.

Fonte: Rede Brasil Atual

SINPROESEMMA repudia fala do governador que tenta desmerecer conquista do sindicato no precatório do Fundef


O Sinproesemma vem a público manifestar total repúdio as falas do Governador Carlos Brandão na rede social Instagram e coletiva de imprensa sobre a ação que o governo do Estado recorre da decisão do Precatório do Fundef no STF.

Nas suas intervenções, o governador quer deslegitimar toda a luta do Sinproesemma para conquistar a integralidade do recurso do Precatório do Fundef para os professores junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O governador Carlos Brandão agora usa da retórica para tentar ludibriar os professores e a sociedade maranhense sobre a integralidade dos recursos do Precatório do Fundef, quando na verdade, o governo do Maranhão trabalhou diuturnamente para desvincular e não pagar os juros e correções monetárias do Precatório do Fundef para os professores, deixando de repassar para os profissionais quase 1 bilhão de reais. O que o governador do Maranhão queria era pagar somente em cima do valor principal.

Mas antes disso, o governo do Maranhão lutou para que os recursos do Fundef não fossem pagos aos professores, pois em 2022, peticionou no STF, alegando que todo esse recurso só era prejuízo para o Estado e não para os professores. O Sinproesemma não deixou!

Fez a luta ferrenha, conseguiu aprovar leis no Congresso Nacional junto da Frente Norte Nordeste da Educação que garantiu a subvinculação dos recursos e também conquistou a integralidade do precatório para os professores, junto ao SFT, como uma briga entre Davi e Golias.

O Sinproesemma e a sua diretoria não vão deixar que uma conquista grandiosa como essa para os professores seja ofuscada pelas fake News governamentais, alimentadas pelas redes de comunicações pagas, alinhadas ao governo do Estado.

Não vamos permitir que o sempre algoz dos trabalhadores em educação, o governo do Estado, que nega os direitos dos educadores, como as progressões, titulações e não cumpre acordo judicial, agora vista a pele de cordeiro. Vamos continuar combatendo o mal e lutando contra toda a artimanha do governo do Maranhão.

E só para não esquecer! Governador Carlos Brandão, a integralidade do recurso dos Precatórios do Fundef para os 
professores do Maranhão foi uma conquista do Sinproesemma e nada, nem ninguém mudará essa realidade.

 

O Sinproesemma agora lutará para que o seu governo, através da Seduc, utilize os 40% referente à educação somente na educação, porque como o governo do Maranhão queria fazer com os juros dos professores, e o Sinproesemma não deixou; o governador Carlos Brandão conseguiu desvincular os juros dos 40%, e só Deus sabe para onde esses 475 milhões de reais irão; pois, dos 700 milhões, somente 225 milhões serão aplicados na educação conforme Lei alterada e aprovada na Assembleia Legislativa em caráter de urgência, a partir do requerimento do deputado estadual Roberto Costa, no dia 16 de maio de 2024.