Altamiro Borges:"Impacto das novas tecnologias no movimento sindical"

 


Por Altamiro Borges
Portal CTB

Muitas das transformações no mundo do trabalho já estavam em curso antes da pandemia. A Covid-19 só fez acelerar o processo. E a tendência é que elas ganhem mais celeridade no próximo período, até como forma do capitalismo enfrentar a sua crise prolongada e sistêmica.

Inteligência Artificial (IA), Banco de Dados (Big Date), 5G (internet de quinta geração), entre outras mudanças tecnológicas, terão ainda maior impacto no mundo do trabalho, em todos os ramos de atividade. Se a automação microeletrônica afetou principalmente a indústria e os bancos, estas novas mudanças atingirão em cheio o setor público, o campo e o ramo de serviços e do comércio.

Como aponta o economista Clemente Ganz Lúcio, ex-diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), essas múltiplas e profundas mutações produzirão “intensos impactos sobre os empregos e as formas de ocupação laboral; sobre a quantidade, os tipos e os conteúdos dos postos de trabalho; sobre as profissões, seus conteúdos e a pertinência da sua existência; sobre os conteúdos, métodos e atualização da educação e formação profissional; sobre as habilidades necessárias para trabalhar nos novos contextos; sobre as formas de contratação e de inserção laboral, que passam pelo assalariamento clássico, às várias formas de trabalho autônomo e por conta própria, ao contrato intermitente, por prazo determinado ou eventual, aos vínculos mediados por plataformas e aplicativos, a pejotização, uberização, entre outros”.
(…)

“As transformações sempre existiram porque fazem parte da essência da vida em todas as suas dimensões, inclusive na econômica, como revelam as três revoluções industriais no último século e meio. Na atualidade histórica está em curso o processo da 4ª revolução tecnológica, com impactos em todo o sistema produtivo, ao mesmo tempo que ocorrem profundas mudanças culturais cujas extensões são múltiplas e totalizantes. A profundidade dessas mudanças tem caráter disruptivo, abandonando rapidamente o velho mundo, que vai perdendo predominância e hegemonia. O novo mundo emerge com a velocidade acelerada e efeitos que se distribuem em todas as direções” (publicado no site Poder-360, em 05/7/2021).

O golpe do capital contra o trabalho

Em decorrência das mutações tecnológicas sob o comando e a lógica do capital, as classes dominantes promovem ajustes legais para elevar ainda mais seus lucros. O neoliberalismo imposto a partir dos anos 1990, após o fim do bloco soviético e a crise do socialismo, agora se transformou no ultraneoliberalismo, ainda mais perverso e desumano. O mundo do trabalho está sendo totalmente devastado, com a explosão do desemprego, da informalidade, da precarização. Direitos históricos consagrados nas leis são destruídos na maioria dos países.

As “reformas trabalhistas” – na verdade, deformas – atingem várias nações com o “objetivo de reduzir o custo do trabalho; criar a máxima flexibilidade de alocação da mão de obra, com as mais diversas formas de contrato e ajustes da jornada; reduzir ao máximo a rigidez para demitir e minimizar os custos de demissão, sem acumular passivos trabalhistas; restringir ao limite mínimo as negociações e inibir contratos ou convenções gerais em detrimento de acordos locais realizados com representações laborais controladas; além de quebrar os sindicatos” – explica Clemente Ganz Lúcio.

Um estudo recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que, após a grave crise econômica mundial deflagrada em 2008, mais de 110 países promoveram algum tipo de ataque à legislação laboral. Ao todo, foram 642 mudanças, sendo que 55% delas visaram diminuir a proteção ao emprego.

É nesse contexto mundial de retrocessos que ocorre no Brasil, em 2016, o impeachment criminoso da presidenta Dilma Rousseff. Como aponta o jornalista Umberto Martins, no indispensável livro “O golpe do capital contra o trabalho”, um dos principais objetivos dessa trama da cloaca burguesa no país foi facilitar o caminho da “deforma” trabalhista – uma das primeiras medidas do traíra golpista Michel Temer.

Os estragos da “deforma trabalhista”

Um balanço feito pela revista Fórum nos quatro anos da entrada em vigor dessa reforma, completados em 11 de novembro passado, mostra o desastre causado aos assalariados brasileiros e explica como tanta gente foi ludibriada com a propaganda dos golpistas e da sua mídia venal.

“Muito longe da promessa de milhões de empregos anunciada pelo governo de Michel Temer, o saldo foi um alto índice de desemprego e o desmonte dos direitos dos trabalhadores. Na época, Temer chegou a alardear que o pacote de medidas criaria dois milhões de vagas em dois anos, e seis milhões em dez anos”.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, ao contrário disso, o desemprego disparou. No trimestre terminado em julho de 2021, a taxa de desocupação ficou em 13,7%. Esse número é quase dois pontos percentuais a mais que os 11,8% registrados no último trimestre de 2017. No período, o total de desempregados subiu de 12,3 milhões para 14,1 milhões.

“Outra das promessas de Temer que falhou foi a propalada diminuição da informalidade. No trimestre encerrado em outubro de 2017, antes das novas regras, a taxa de informalidade era de 40,5%, de acordo com o IBGE. O instituto aponta que, entre maio e julho de 2021, a proporção de pessoas ocupadas trabalhando na informalidade ficou em 40,8%”.

Mas a cloaca burguesa ainda não está satisfeita. Ambiciosa, ela quer mais sangue, quer “passar a boiada”. Não é para menos que apoiou e financiou a eleição de Jair Bolsonaro. O atual presidente nunca escondeu que é um fascista a serviço do capital, um “laranja” da burguesia.

Com sua retórica belicista, ele vive atacando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a fiscalização trabalhista, a restrição ao trabalho dos menores de idade. Ele até tentou impor uma “minirreforma trabalhista”, que golpearia ainda mais os direitos dos assalariados – principalmente dos mais jovens, que teriam inúmeros tipos de contratação sem direitos.

A regressão foi aprovada na Câmara Federal em 2020, mas foi derrotada pelo Senado em setembro de 2021 graças à pressão unitária do sindicalismo em conjunto com as bancadas progressistas no parlamento.

* Texto elaborado como contribuição para o 10º Congresso do Sindicato dos Trabalhadores em Água, Esgoto e Meio Ambiente de São Paulo (Sintaema).

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Todas as unidades estão funcionando com jantar a R$ 1, de segunda a sexta, entre 16h30 e 19h.

O almoço segue normalmente, com pratos a R$ 2 (cidades do Mais IDH) e R$ 3 (demais cidades)

NA ILHA:

ANJO DA GUARDA – Rua México, 2

CIDADE OLIMPICA – Av. Jailson Souza Viana, Nº 33

COROADO – Avenida dos Africanos, Nº 100 B

COZINHA BEQUIMÃO – Rua Delci Batista, S/N

DA EDUCAÇÃO Rua do Egito n° 272, Centro Histórico

JOÃO DE DEUS – Rua Gardênia Ribeiro Gonçalves 76

LIBERDADE – Avenida Camboa, Nº 1215 A;

MAIOBÃO – AV. 12, Nº 14

SÃO FRANCISCO – Rua 8, Qd B, Nº 18

SOL E MAR – Avenida Sol Nascente, Nº 3

EM OUTRAS CIDADES:

AÇAILÂNDIA – Av. Principal, Qd. 22, Lote 56 – Vila Ildemar

AFONSO CUNHA – Rua Ivar Saldanha, S/N, Centro

ÁGUA DOCE DO MARANHÃO – Travessa de Nazaré, s/n – Centro

ALDEIAS ALTAS – Rua Aniceto Pereira, s/n – Centro

AMAPÁ DO MARANHÃO – MA 206

ARAIOSES – Rua da Mugubeira, s/n – bairro Conjunto Novo

ARAME – Rua Paulo Ramos, s/n – Centro

BALSAS – Rua Antônio Jacobina nº 1353 – Centro

BELÁGUA – Av. dos Basilios, s/n – Centro

BOM JARDIM – Rua 07 de setembro, s/n – Centro

BREJO DE AREIA – MA 332 s/n – Centro

CAJARI – Av. do Aeroporto, s/n – Centro

CENTRO NOVO – Rua José de França, s/n – Bairro Rua Nova

CHAPADINHA – Av. Ataliba Vieira de Almeida, Nº 102 e 104 – Bairro Duras

CODÓ – Praça Naby Salem, S/N, Centro

COLINAS – Av. Coronel Trajano Brandão, 500 – Centro

CONCEIÇÃO DO LAGO AÇU – MA 326, s/n – Centro

COZINHA MARUDÁ – Rua Jabaquara, s/n – Povoado Marudá – Alcântara

FERNANDO FALCÃO – Rua Antonio Leanoa, s/n – Centro

GODOFREDO VIANA – Av. Teófilo Viana, 308 – Centro

GRAJAÚ – Rua Felinto Santos, S/N, Canoeiro

IMPERATRIZ/ UEMASUL – Rua Godofredo Viana, 757 – Centro

ITAIPAVA DO GRAJAÚ – Rua Raimundo Siqueira, s/n – Centro

ITINGA – Av. Presidente Medice, 167 – Centro

JENIPAPO DOS VIEIRAS – Av. Felipe Neres, s/n – Centro

LAGO DA PEDRA – Rua Vitorino Freire, Nº 204 – Currutela do Raimundo

LAGOA GRANDE – Rua 13 de maio, s/n – Centro

MARAJÁ DO SENA – Rua Deputado Cesar bandeira, S/N, Centro

MILAGRES DO MA – Rua Tonico Sampaio, s/n – Centro

NEWTON BELLO – Av Juscelino Kubitschek, s/n – BR 316

PEDREIRAS – Av. Rio Branco, Nº 1028 – Centro

PEDRO DO ROSÁRIO – Av. Pedro Cunha Mendes, s/n – Centro

PINHEIRO – Rua 20, S/N Bairro Kiola Sarney

PRIMEIRA CRUZ – Rua Campo de Janúba, s/n – Bairro Bezerrinho

ROSÁRIO – Praça da Matriz, S/N, Centro

SANTA FILOMENA – Rua Fortunado Costa S/N, Centro

SANTA LUZIA – Av. Dr. José Bournet, s/n – Centro

SANTO AMARO – Praça Nossa Senhora da Conceição, s/n – Centro

SÃO FRANCISCO DO MA – Rua Senador Bernardino, s/n – Centro

SÃO JOÃO DO CARU – Rua Principal, s/n – bairro Jota Belém

SÃO JOÃO DO SÓTER – Rua Projetada, s/n – Centro

SÃO JOÃO DOS PATOS – Av. Presidente Medice, 2591 – Centro

SÃO RAIMUNDODO DOCA BEZERRA – Travessa Projetada, s/n – Centro

SÃO ROBERTO – Rua Projetada, s/n – Centro

SATUBINHA – Rua Cesário Faad, s/n – Centro

SERRANO – Av. das Juçareiras, s/n – bairro Santo Antonio

TUTÓIA – Av. Paulino Neves, 1140 – Centro

VARGEM GRANDE – Rua Dr. Nina Rodrigues, s/n, Centro

VIANA – Av. Jorge Abraão Dualibe Bairro Citel – Barra do Sol

ZÉ DOCA – Av. Coronel Standerley Fortes Batista, Nº 314

CTB solidariza-se com greve dos trabalhadores e trabalhadoras rodoviários do Maranhão


NOTA DE APOIO  

Diante da grave situação que passam os trabalhadores brasileiros e em especial os trabalhadores do setor de transporte urbano de São Luís, que mesmo durante a fase mais aguda da Pandemia COVID-19, não deixou de servir a população ludovicense, que ao longo do tempo tem visto serem negados seus direitos trabalhistas por parte do patronato; o atraso no pagamento de salários e benefícios, o não cumprimento dos acordos e negociações coletivas com a categoria, os trabalhadores decidiram deflagrar greve em defesa dos seus direitos.

A judicialização desta demanda na tentativa de inibir o pleno direito constitucional demonstra a má vontade de negociar a resolução do conflito.

A Central do Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, solidariza-se com a categoria na defesa dos seus direitos , colocando-se à disposição para fortalecimento da luta dos trabalhadores rodoviários.

São Luís, 21 de Outubro de 2021

Joel da Conceição Ferreira Nascimento
PRESIDENTE

URGENTE!!! Acesso dos mais pobres à Justiça do Trabalho é garantido pelo STF


O Supremo Tribunal Federal concluiu o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5.766 (2017), sobre a constitucionalidade de dispositivos da Lei nº 13.467/17 relativos ao acesso de pessoas pobres à Justiça do Trabalho e à responsabilidade pelo pagamento dos custos do processo

Prevaleceu o voto do Ministro Alexandre de Moraes — pela procedência parcial da ação —, o qual divergiu do Relator (Ministro Roberto Barroso), para julgar a inconstitucionalidade dos arts. 790-B, § 4º, e 791-A, § 4º, da CLT, com a redação que lhe foi dada pela Lei nº 13.467/2017, a “Reforma Trabalhista”. Por esses dispositivos, ao perder o processo, mesmo quando beneficiário da justiça gratuita, a pessoa trabalhadora seria o responsável (i) pelo pagamento dos honorários periciais (art. 790-B, § 4º) e (ii) de honorários advocatícios. O Ministro Alexandre de Moraes foi acompanhado pela Ministra Cármen Lúcia e pelo Ministro Dias Toffoli.

O Ministro Edson Fachin foi além, declarando a inconstitucionalidade, também, do art. 844, § 2º, da CLT: “Na hipótese de ausência do reclamante, este será condenado ao pagamento das custas calculadas na forma do art. 789 desta Consolidação, ainda que beneficiário da justiça gratuita, salvo se comprovar, no prazo de quinze dias, que a ausência ocorreu por motivo legalmente justificável”. Foi acompanhado pelo Ministro Ricardo Lewandowski e pela Ministra Rosa Weber, pela procedência total da ação. Para eles, a ausência injustificada do reclamante à audiência já possui consequências processuais previstos no sistema processual, do que decorreria a desproporcionalidade da regra imposta pela Reforma.

Já os demais ministros do STF, Roberto Barroso, Luiz Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes, mesmo ao declararem a procedência parcial da ação, preservavam a essência restritiva dos dispositivos impugnados.

O julgamento representa grande vitória da classe trabalhadora e atendeu aos anseios das Centrais Sindicais manifesto na Nota divulgada no dia 18 de outubro e encaminhada a todos os Ministros e Ministras do STF, na qual se denunciava o sequestro do Direito pela economia que propunha um cálculo de “custo dos Direitos” a partir de princípios de eficiência e acumulação de renda e riqueza dos mais poderosos. Quem pode, paga e quem não pode, fica sem direito. E afinal, quanto custa não ter Direitos?

Com a conclusão do julgamento da ADI nº 5.677, o STF garantiu aos pobres, beneficiários da gratuidade da justiça, ou seja, aos que mais precisam, não deve custar nada! A Constituição federal assim garante.

Mais uma vez, a ação conjunta e articulada do movimento sindical promove vitórias que protegem os trabalhadores e as trabalhadoras.

São Paulo, 20 de outubro de 2021.

Bancos registram lucro de R$ 62 bi enquanto brasileiros vivem na pobreza

Senador Paulo Paim 

Em pronunciamento na terça-feira (19), o senador Paulo Paim (PT-RS) destacou que o Relatório de Estabilidade Financeira (REF), divulgado pelo Banco Central nesta semana, aponta que os bancos obtiveram um lucro líquido de R$ 62 bilhões no primeiro semestre deste ano, o que representaria um aumento de 53% em relação ao mesmo período de 2020. Por outro lado, o senador ressaltou que a fome, a miséria e a pobreza atingem mais de 60 milhões brasileiros.

Paim criticou o valor do salário mínimo, atualmente em R$ 1.100, observando que esse valor está abaixo de U$ 200. Ele lembrou que os preços de alimentos e gás estão em alta e que o custo de vida no Brasil está cada vez mais caro.

— Faço mais um apelo: nós temos de encaminhar propostas urgentes. O auxilio emergencial precisa ser ampliado e se tornar permanente; é uma questão humanitária. O Bolsa Família precisa ser fortalecido. Acabar com o Bolsa Família será um erro gigantesco — declarou.

Paim afirmou que o Congresso Nacional precisa aprovar o projeto de lei que regulamenta a Renda Básica de Cidadania (PL 4.194/2020), além de restabelecer a política nacional de valorização do salário mínimo.

— Com dinheiro no bolso, as pessoas compram mais e melhoram sua qualidade de vida. Você impulsiona o mercado interno e garante comida no prato — disse o senador.

Fonte: Agência Senado

SINPROESEMMA reúne Diretoria Geral para debater pautas da Campanha Salarial 2021

 

Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira, Professora Doutora Eunice Brussio e Professor José Aldo Corrêa 

A direção do Sinproesemma esteve reunida nesta terça-feira, 28, para deliberar e discutir sobre conjuntura, precatórios do Fundef, retorno das aulas no formato híbrido, além de concessão de progressões e titulações pelo governo do Estado.

A reunião teve início com a explanação da conjuntura nacional e o perigo da PEC 32, da Reforma Administrativa, que está tramitando no Congresso e que já foi aprovada pela Comissão Especial e agora vai à plenário para votação.

A PEC 32 prejudica os servidores e desmonta o serviço público do Brasil e não atinge as camadas privilegiadas do serviço público como os magistrados, parlamentares e militares que possuem os maiores salários.

Outro ponto discutido pela direção do Sinproesemma foi em relação ao formato de ensino híbrido nas escolas estaduais e municipais e seus desafios. A direção do Sinproesemma enfatizou que é necessário haver correções nesse formato e que as queixas dos trabalhadores em educação serão levadas para as Secretarias Municipais e Estadual de Educação, a fim de serem resolvidas.


Ponto permanente de pauta da Campanha Salarial, os precatórios do Fundef também entraram na pauta de discussão da reunião de diretoria. O presidente do Sinproesemma explanou sobre o processo e a discussão dos Precatórios Estadual do Fundef, através da Caravana do Fundef, que vai injetar quase 4 bilhões para o Maranhão. A ideia é formalizar uma Lei Estadual que vai garantir o rateio dos recursos em 60% para os trabalhadores em educação e 40% para investimento em educação que serão utilizados na melhoria da infraestrutura digital das escolas públicas maranhenses, compra de aparelhos eletrônicos – como notebooks e smartphones – para auxiliar no processo de ensino-aprendizagem dos estudantes e dos profissionais da educação, melhoria dos prédios escolares de educação indígena, quilombola e do campo, criação de incentivos aos educadores das unidades prisionais de ensino.

Progressões, Titulações, Promoção e Gratificação do Profuncionário

Pauta de grande relevância da Campanha Salarial e que o Sinproesemma cobra incessantemente do governo, as progressões e promoções, titulações e gratificação também foram tema das discussões da diretoria geral.

A comissão de negociação do Sinproesemma está à mesa com o Governo do Estado para a concessão o mais breve das demandas reprimidas tais como as progressões, titulações, promoções e gratificação do Profuncionário dos trabalhadores em educação. Na mesa de negociação o Sinproesemma continua na defesa da automaticidade dessas progressões que vai contribuir para a valorização da categoria em um momento de recessão no País, de ataques com reformas que prejudicam os trabalhadores.

“Estamos em um processo de negociação importante com o governo da nossa pauta permanente que são as progressões, titulações, promoções e gratificações e esperamos em pouco tempo conquistar mais esse direito para a nossa categoria. Sabemos das dificuldades que o nosso país atravessa, mas não deixaremos de cobrar o que é direito dos trabalhadores em educação”, pontua Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma.

Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA 

Professor Raimundo Oliveira participa em São Luís do 7° Encontro Estadual de Aposentados e Aposentadas do SINPROESEMMA

Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira 

O Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira participa nessa Sexta-feira, 24, no Hotel Santos Dumont, no Tirirical, em São Luís, da 7a Edição do Encontro Estadual de Aposentados e Aposentadas do SINPROESEMMA. 


Os debates estão focados no Tema "Novos desafios para os Aposentados e Aposentadas no contexto da pandemia e expectativa de vida". 

Ao lado da Ditetora de Aposentados e Aposentadas do Sindicato Professora Edna Castro, da Professora Doutora Eunice Brussio e de convidados Raimundo Oliveira compôs a Mesa de Abertura do 7° Encontro e falou aos presentes. 


Raimundo Oliveira destacou a importância do Encontro e da organização e participação dos Aposentados e Aposentadas nas lutas em defesa do magistério e da educação pública brasileira, sobretudo em tempos onde o governo Bolsonaro cria imensos prejuízos aos interesses e direitos da Classe.


O Dirigente reconhece a bravura e o compromisso dàqueles que contribuíram de maneira cotidiana em sala de aula para o fortalecimento  da educação pública no Maranhão, e que hoje continuam a ajudar a fazer um Brasil melhor e com valorização pata todos e todas os educadores e educadoras.".


Oliveira mencionou  ainda que "pela longa trajetória e experiência de vida estes profissionais estão sempre dispostos a construir uma educação pública de qualidade.". 


"Viva os educadores e educadoras aposentados da educação do Maranhão.  Contem sempre conosco e com o SINPROESEMMA.", declarou o Professor Raimundo Oliveira na Abertura do evento, que segue durante todo o dia. 

Fonte: Blog do Marden Ramalho 

Outra façanha de Bolsonaro: renda média do trabalho é a menor desde 2017


Apesar da vacinação e retomada de atividades econômicas que estavam paralisadas pela pandemia no Brasil, sobretudo no mercado informal, a economia ainda não engatou e o momento crítico está refletido na renda média dos trabalhadores. Segundo análise da consultoria IDados, baseada em fontes da PNAD/IBGE, a renda média do trabalhador brasileiro ficou em R$ 2.433 no 2° trimestre deste ano. É a menor desde 2017.

Em comparação com o mesmo trimestre de 2020, quando ainda não existia pandemia, a queda foi de 7%. Naquele período, a renda média do trabalhador era de R$ 2.613, já descontada a inflação (veja mais abaixo).

A tendência, acreditam os analistas do IDados, é de um achatamento ainda maior ao longo dos próximos meses, sobretudo porque o número de desempregados ainda é muito alto, superior a 14 milhões de pessoas, e que devem desembocar, boa parte, em setores que concentram remuneração mais baixa.

A realidade é a evidência de que a mudança da trabalhista iniciada no governo Temer, ao invés de estimular a criação de empregos conforme a promessa oficial, teve apenas o objetivo de ampliar os lucros capitalistas aumentando o grau de exploração da força de trabalho. Seus resultados concretos são a degradação das ocupações e a redução da renda da classe explorada no capitalismo.

O recuo da renda da população trabalhadora tem um efeito perverso sobre a economia na medida em que reduz o consumo e emagrece o mercado interno, deprimindo o comércio e a indústria e desta forma realimentando a crise econômica.

Perspectivas nada boas

Em entrevista ao G1, o autor do estudo e pesquisador do IDados, Bruno Ottoni, disse que a perspectiva de aumento da inflação joga um tempero a mais no quadro, ajudando ainda mais essa queda na renda média.

“Quando as pessoas começarem a conseguir novamente empregos nesses serviços tradicionais, como a renda desse setor é mais baixa, isso provavelmente também vai puxar o rendimento médio para baixo”, disse ele sobre setores como lazer, serviços domésticos e restaurantes, historicamente os que pagam menos em conjunto com a agricultura.

Série histórica da renda média no 2° trimestre, segundo dados da PNAD/IBGE

– 2014: R$ 2.452;

– 2015: R$ 2.450;

– 2016: R$ 2.360;

– 2017: R$ 2.399;

– 2018: R$ 2.444;

– 2019: R$ 2.437;

– 2020: R$ 2.613;

– 2021: R$ 2.433.

Com informações da Isto É Dinheiro

SINPROESEMMA realiza 7a Edição do Encontro Estadual de Aposentados e Aposentadas dia 24 de Setembro em São Luís


O Sinproesemma, através da Secretaria dos Aposentados, promoverá no dia 24 de setembro (sexta), a 7ª edição do Encontro Estadual de Aposentados. O evento será realizado no Hotel Santos Dumont, no Bairro Tirirical, em São Luís-MA, a partir das 07h da manhã.

Com o tema “Novos desafios para os aposentados no contexto da pandemia e expectativa de vida”, uma ação anual da Secretaria dos Aposentados de interação com a categoria, fortalecimento do vínculo sindical e atualização sobre os direitos dos aposentados.

Professora Edna Castro 

“Neste sétimo encontro, em virtude da pandemia, vimos a necessidade de abordar os desafios deste período para os aposentados. Estamos preparando este evento com muito carinho, dando continuidade ao encontro que já está consolidado na agenda anual do sindicato. Me sinto muito feliz por fazer parte desta história e agora a frente também desta secretaria, que foi tão bem conduzida por nossa colega de trabalho, Eunice Brussio”, declarou Edna Castro, atual secretária de Aposentados.

Para o presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, este ano ainda está sendo de grandes desafios para a educação, tanto para quem está na ativa como para os aposentados. E em virtude ainda da pandemia, torna-se importante criar espaços para discutir vias de enfretamento para este período.

Presidente do SINPROESEMMA
 professor Raimundo Oliveira 

“Será um momento de reencontro, troca de experiência, junto a uma programação informativa e diversificada. Temos muito respeito pelos nossos aposentados que ajudaram a construir a história do Sinproesemma, na luta pelos direitos, consolidados da categoria. Tempos sombrios vivemos atualmente, por conta da pandemia, com perdas de inúmeros colegas da Educação, com reformas maléficas de retirada de direitos, como a PEC 32-Reforma Administrativa e tantas outras arbitrariedades do governo federal, em que precisamos atualizar a todos/as sobre as prováveis mudanças, através destas reformas, e continuar na luta por dias melhores. Além de todos os desafios ligados a educação neste momento pandêmico, principalmente para os aposentados”, afirmou Oliveira.

Neste ano, o encontro terá número reduzido de participantes para evitar aglomerações e cumprir a determinação do protocolo de segurança sanitária, decretado pelo governo do Maranhão, na realização de palestras, apresentações e atividades culturais.

Programação:

Das 7h30 às 8h30 – Credenciamento;

Das 8h30 às 9h – Abertura;

Das 9h às 10h30 – Conjuntura Política;

Das 10h30 às 12h – Palestra;

Das 12h às 14h – Intervalo para almoço;

Das 14h às 15h30 – Palestra;

Das 15h30 às 17h – Apresentação Cultural de Encerramento com a cantora Teresa Canto;

Às 16h – Coffee Break.

Serviço:

Local: Hotel Santos Dumont.

Endereço: Rua da Panair 15 (Ao lado da Av. Guajajaras) – Tirirical, São Luís-MA. CEP: 65055-410

CTB, CUT, Força Sindical, UGT, NCST, CSB, CSP-Conlutas, Intersindical e Pública, de forma unitária, convocam sociedade para atos Fora Bolsonaro dia 02 de outubro em todo Brasil


NOTA SOBRE 2 DE OUTUBRO

CENTRAIS SINDICAIS CONVOCAM PARA ATO FORA BOLSONARO
Das ruas não nos retiraremos até libertar o Brasil deste presidente criminoso


CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP-Conlutas, Intersindical e Pública, de forma unitária, convocam toda a classe trabalhadora aos atos Fora Bolsonaro, no dia 02 de outubro, em todos os Estados do Brasil, e também em outros países.

Vamos ocupar as ruas em protesto contra o caos que representa, ao país, ter o mitômano Jair Bolsonaro na Presidência da República: desemprego recorde, fome, carestia, inflação, corrupção, retirada de direitos, desmonte dos serviços públicos e das estatais, ataques à democracia, à soberania e às liberdades, atropelo da ciência e desprezo à vida.

Cada dia a mais que Bolsonaro acorda como presidente da República, o Brasil afunda, perde e se perde do mundo, mantendo-se como pária atado à espiral de crises (sanitária, política, econômica, institucional e diplomática) geradas pela incompetência e projeto pessoal de poder de Bolsonaro e da sua inepta equipe de governo.  

Em um país com 212 milhões de habitantes, cuja maioria, segundo todas as pesquisas, rejeita e desaprova Bolsonaro, é urgente que o Congresso Nacional atenda o clamor popular e acate a abertura de processo de impeachment para que Bolsonaro seja afastado e seus crimes apurados e julgados. Já são mais de 130 pedidos engavetados na presidência da Câmara dos Deputados, enquanto o país afunda no lodo presidencial.

A voz das ruas tem que ser ouvida, e nós seremos essas vozes no 2 de outubro e em todas as datas que vierem, até que Bolsonaro seja afastado para ser julgado pelos crimes que cometeu e comete diariamente contra os brasileiros, até que ele responda pelo genocídio que tirou as vidas de quase 600 mil pessoas na pandemia de Covid-19, pelo desemprego que atinge 100 milhões e pelo desalento que causa miséria e fome.

As Centrais Sindicais ocuparão as ruas no 2 de outubro ao lado das mais de 80 entidades representadas pelas Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo, Frente Nacional Fora Bolsonaro e partidos políticos. Estão convocando aos atos todos os entes e sindicatos de base, em todo o país, para protestar nas ruas, nas praças, além de assembleias e panfletagens nos locais de trabalho e terminais de transporte público. Com segurança e respeito aos protocolos sanitários, uso de máscara e álcool em gel.

Das ruas não nos retiraremos até libertar o Brasil desse presidente criminoso.

Brasil 23 de setembro de 2021
Assinam

Sérgio Nobre
Presidente da CUT - Central Única dos Trabalhadores

Miguel Torres
Presidente da Força Sindical

Ricardo Patah
Presidente da UGT - União Geral dos Trabalhadores

Adilson Araújo
Presidente da CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

José Reginaldo Inácio
Presidente da NCST - Nova Central Sindical de Trabalhadores

Antonio Neto
Presidente da CSB - Central dos Sindicatos Brasileiros

Atenágoras Lopes
Secretaria Executiva Nacional - CSP-Conlutas

Edson Carneiro Índio
Secretário-geral - Intersindical - Central da Classe Trabalhadora

Emanuel Melato
Coordenação da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora

José Gozze
Presidente - Pública Central do Servidor