Pacto pela Democracia: A sociedade brasileira reafirma seu compromisso com a democracia
O Pacto pela Democracia é uma plataforma da sociedade civil que reúne diversas organizações sindicais, da imprensa, movimentos sociais, associações, ONGs, dentre outros, na defesa da vida política e democrática no Brasil. A CTB integra essa iniciativa que, neste dia 8 de novembro, lançou uma nota conjunta reafirmando o resultado das eleições nacionais e a legitimidade do processo democrático. Leia a íntegra abaixo:
No último dia 30 de outubro de 2022, o Brasil concluiu uma das eleições nacionais mais desafiadoras de sua história. A soberania popular foi consumada e a jornada cívica transcorreu com ampla participação, transparência e segurança. Desde a redemocratização, a realização de cada eleição é reconhecida como um direito inalienável e celebrada como uma conquista democrática vital à construção do país. Agora, este sentimento se renova. Após quatro anos de ataques à democracia, aos valores da convivência democrática e às instituições da República, a sociedade brasileira reafirma o seu compromisso e protagonismo cívico, concluindo este ciclo eleitoral com êxito inegável.
Ao longo dos últimos quatro anos o Brasil passou por um intenso processo de recessão democrática, impulsionado por um governo abertamente autoritário. Tal cenário demandou de todos os setores da sociedade civil brasileira um esforço hercúleo de resistência, resiliência e compromisso com a construção democrática herdada por nossa geração, mesmo em meio à maior pandemia de nossa história e a um contexto de crises sanitária, política, econômica e social sobrepostas.
Organizações e movimentos sociais, entidades de classe, imprensa, agentes políticos, academia e setores empresariais uniram-se em frentes, coalizões e redes em defesa da democracia e dos direitos fundamentais. Aplacamos parte considerável dos retrocessos em agendas vitais ao país. Estivemos ao lado de instituições de Estado, entidades internacionais e vozes relevantes da sociedade que se levantaram contra os avanços autoritários em curso. Como parte de uma ampla articulação, enfrentamos o peso da máquina pública posta a favor de um projeto autocrático e o abuso de poder econômico e político para proteger a integridade do processo eleitoral brasileiro. Confrontamos a violência de redes poderosas de desinformação, bem como ataques e perseguições a organizações, ativistas e jornalistas. E mesmo assim, logramos criar um ambiente de normalidade para a realização de eleições livres e íntegras.
Nem mesmo os ataques à credibilidade do sistema eleitoral, o assédio a eleitores por parte de empresários e líderes religiosos, o boicote e a má-fé de agentes públicos foram capazes de enfraquecer a aposta da sociedade brasileira na democracia. Conquistado em quase 400 cidades, a mobilização pelo acesso gratuito ao transporte público no dia do pleito foi um importante elemento na garantia do exercício do voto. A população brasileira compareceu em peso recorde às urnas e renovou seu empenho em favor da Constituição Federal e do regime das garantias, das liberdades e da pluralidade. Agora, espera-se que as instituições competentes apurem as infrações praticadas em âmbito eleitoral, aplicando as correspondentes responsabilizações a quem as tiver cometido, sem distinção de cargo ou relevância hierárquica.
A lisura do nosso sistema eleitoral foi reconhecida mundo afora, por diversos países, blocos multilaterais, observadores e organismos internacionais, e exaltada por lideranças de todo o espectro político e setores sociais brasileiros. Lamentamos que o mesmo não tenha sido feito, de forma explícita, pelo Presidente da República e seus apoiadores mais radicalizados, amotinados em estradas e vias públicas, gerando incômodos e prejuízos ao país.A sociedade civil seguirá zelando por um processo de transição construtivo e respeitoso, ao mesmo modo que incansável no reforço e na reconstrução das bases que retomem a trilha do enraizamento e aprofundamento democráticos no país. Será preciso trabalhar junto à população brasileira pela recuperação do sentido de convivência e destino partilhados, com a promoção da tolerância e do pluralismo; junto às instituições, pelo aperfeiçoamento do sistema político, e dos meios de participação, transparência e controle social, mecanismos fundamentais para o fortalecimento da democracia. Assim, as organizações sociais, abaixo subscritas, vêm a público reafirmar o seu compromisso com o Brasil.
Assinam:
4daddy
Agência Ambiental Pick-upau
Aliança Nacional Lgbti+
All Out
Associação Brasileira de Famílias homotransAfetivas
Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji)
Associação Brasileira de ONGs (Abong)
Atados
AVAAZ
Cenpec
CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL (CTB)
Centro de Convivência É de Lei
CENTRO POPULAR DE DIREITOS HUMANOS – CPDH
Climate Reality Project Brasil
Coalizão Brasil por Memória, Verdade, Justiça, Reparação e Democracia
Conectas Direitos Humanos
CSB – CENTRAL DOS SINDICATOS BRASILEIROS
CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros
CTB – Central dos Trabalhadores e das Trabalhadoras do Brasil
CTI – Centro de Trabalho Indigenista
CUT – Central Única dos Trabalhadores
Elas No Poder
Força Sindical
Grupo MOL
Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
Institito de Desenvolvimento Sustentável Baiano – IDSB
Instituto 215
Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico – IBDU
Instituto Cidades Sustentaveis
Instituto Clima de Eleição
Instituto de Defesa do Direito de Defesa
Instituto de Referência Negra Peregum
INSTITUTO ETHOS DE EMPRESAS E RESPONSABILIDADE SOCIAL
Instituto Hori Educação e Cultura
Instituto Igarapé
Instituto Marielle Franco
Instituto Physis – Cultura & Ambiente
Instituto Piracicabano de Estudos e Defesa da Democracia
Instituto Pro Bono
Instituto Sou da Paz
Instituto Vamos Juntas
Instituto Vladimir Herzog
Intersindical central da classe trabalhadora
Kurytiba Metropole
LabHacker – Laboratório Brasileiro de Cultura Digital
LAUT – Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo
Movimento Acredito
Movimento do Ministério Público Democratico – MPD
Movimento Político pela Unidade
MPpU – Movimento Político pela Unidade
NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
Observatório do Clima
Observatório Político e Eleitoral (OPEL)
Open Knowledge Brasil
Oxfam Brasil
Plan International Brasil
PNBE -Pensamento Nacional das Bases Empresariais
ponteAponte
PÚBLICA Central do Servidor
Rede Brasileira de Conselhos -RBdC
Rede Justiça Criminal
SEJA DEMOCRACIA/IMJA
TETO Brasil
UGT – União Geral dos Trabalhadores
Washington Brazil Office
WWF Brasil
Em nota unificada, Centrais sindicais se posicionam sobre bloqueios criminosos nas estradas
Em nota unificada, centrais sindicais se posicionam sobre bloqueios nas estradas.
Destacam que o movimento sindical não aceita provocações, radicalismos e reforçam a importância do Congresso Nacional e do STF na busca de soluções republicanas.
Leia a íntegra:
Eleições legítimas e povo soberano
As centrais sindicais signatárias reafirmam a defesa da democracia e do legítimo processo eleitoral de 30 de outubro, que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva para a presidência da República, cujo mandato se iniciará em 1º de janeiro de 2023.
O segundo turno das eleições de 2022 ficará marcado na história do Brasil como o momento em que a democracia, a busca pela paz, pela justiça social e a normalidade política retornam pela vontade legítima e soberana do povo brasileiro.
Tendo em vista que as eleições em todo Brasil foram legítimas, democráticas, transparentes e reconhecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e que todos devem se submeter à vontade soberana do povo e do eleitorado.
Não podemos aceitar uma espécie de 3º turno que setores políticos isolados do bolsonarismo tentam, numa estratégia golpista e antidemocrática, submeter a sociedade brasileira através de tumultos, bloqueios de rodovias e outras manifestações sem respaldo político e popular.
É inaceitável e criminosa a posição adotada por setores partidarizados dos órgãos de segurança – em especial da Polícia Rodoviária Federal (PRF) – que prevaricam no cumprimento de suas funções e obrigações legais e constitucionais.
Conclamamos urgentemente que os governos federal e estaduais, as instituições democráticas, em todas as formas da Lei, adotem todas as providências, e o retorno da normalidade para garantir o respeito à democracia e ao resultado das eleições.
É importante destacar que o movimento sindical não aceite provocações e radicalismos e reforçam a importância do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) na busca de soluções republicanas.
Estaremos vigilantes para garantir o respeito à democracia e o resultado das eleições.
Eleições legítimas e povo soberano
As centrais sindicais signatárias reafirmam a defesa da democracia e do legítimo processo eleitoral de 30 de outubro, que elegeu Luiz Inácio Lula da Silva para a presidência da República, cujo mandato se iniciará em 1º de janeiro de 2023.
O segundo turno das eleições de 2022 ficará marcado na história do Brasil como o momento em que a democracia, a busca pela paz, pela justiça social e a normalidade política retornam pela vontade legítima e soberana do povo brasileiro.
Tendo em vista que as eleições em todo Brasil foram legítimas, democráticas, transparentes e reconhecidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e que todos devem se submeter à vontade soberana do povo e do eleitorado.
Não podemos aceitar uma espécie de 3º turno que setores políticos isolados do bolsonarismo tentam, numa estratégia golpista e antidemocrática, submeter a sociedade brasileira através de tumultos, bloqueios de rodovias e outras manifestações sem respaldo político e popular.
É inaceitável e criminosa a posição adotada por setores partidarizados dos órgãos de segurança – em especial da Polícia Rodoviária Federal (PRF) – que prevaricam no cumprimento de suas funções e obrigações legais e constitucionais.
Conclamamos urgentemente que os governos federal e estaduais, as instituições democráticas, em todas as formas da Lei, adotem todas as providências, e o retorno da normalidade para garantir o respeito à democracia e ao resultado das eleições.
É importante destacar que o movimento sindical não aceite provocações e radicalismos e reforçam a importância do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) na busca de soluções republicanas.
Estaremos vigilantes para garantir o respeito à democracia e o resultado das eleições.
Lula é eleito presidente do Brasil pela terceira vez com mais de 60 milhões de votos
Neste domingo (30), dia do segundo turno da eleição, Lula (PT) foi eleito presidente da República pela terceira vez. Com 99,95% das urnas apuradas, o petista teve 60.313.340 (50,90%) dos votos válidos e foi para a Avenida Paulista comemorar com os eleitores.
O perdedor, o presidente Jair Bolsonaro (PL), teve 58.189.292 (49,10%) dos votos válidos.
Lula teve mais de 2 milhões de votos do que o segundo colocado e bateu seu próprio recorde. Em 2006, Lula teve 58.295.042 votos, numericamente a maior votação da história do Brasil.
Enquanto o petista é o primeiro brasileiro a ser eleito três vezes presidente pelo voto direto - venceu em 2002 e 2006 -, Bolsonaro é o primeiro presidente a perder uma reeleição no exercício do mandato.
Esta é a quinta eleição do PT para a chefia do país, desde 2002, duas vezes com Lula e duas com a ex-presidente Dilma Rousseff (2010 e 2014).
No primeiro turno Lula teve 52,7 milhões de votos (48,43%), contra 51 milhões de Bolsonaro (43,2%). A maior votação do petista foi na Região Nordeste, onde teve 66,7% dos votos, contra 29,7% de Bolsonaro.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, parabenizou Lula pela eleição e afirmou, em postagem no Twitter, "que está ansioso apra trabalhar junto". Veja no final, outras mensagens de líderens internacionais.
Lula teve mais de 2 milhões de votos do que o segundo colocado e bateu seu próprio recorde. Em 2006, Lula teve 58.295.042 votos, numericamente a maior votação da história do Brasil.
Enquanto o petista é o primeiro brasileiro a ser eleito três vezes presidente pelo voto direto - venceu em 2002 e 2006 -, Bolsonaro é o primeiro presidente a perder uma reeleição no exercício do mandato.
Esta é a quinta eleição do PT para a chefia do país, desde 2002, duas vezes com Lula e duas com a ex-presidente Dilma Rousseff (2010 e 2014).
No primeiro turno Lula teve 52,7 milhões de votos (48,43%), contra 51 milhões de Bolsonaro (43,2%). A maior votação do petista foi na Região Nordeste, onde teve 66,7% dos votos, contra 29,7% de Bolsonaro.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, parabenizou Lula pela eleição e afirmou, em postagem no Twitter, "que está ansioso apra trabalhar junto". Veja no final, outras mensagens de líderens internacionais.
No Dia do Servidor Público dirigentes da CTB ressaltam importância de eleger Lula
Hoje, sexta-feira, 28 de outubro, é o Dia do Servidor Público. Ao falar sobre a data, dirigentes da CTB comemoraram a unidade dos trabalhadores e trabalhadoras na função pública na luta contra a PEC 32 e ressaltaram a importância de eleger Lula para sepultar a reforma administrativa de Jair Bolsonaro, revogar o Teto dos Gastos, acabar com o congelamento dos salários, valorizar o serviço público e o servidor e reverter os retrocessos impostos ao longo dos últimos anos.
O Dia do Servidor foi instituído no governo do presidente Getúlio Vargas pelo Conselho Federal do Serviço Público Civil, instituído pela Lei 284, de 28 de outubro de 1936. Em 28 de outubro de 1939, Vargas lançou o Decreto-Lei nº 1.713, que dispõe sobre os direitos e deveres dos que prestam serviços públicos. Em 1943, também em 28 de outubro, o Dia do Servidor Público foi incluído no calendário oficial do país mediante a edição do Decreto-Lei 5.936.
Confira abaixo o depoimento dos dirigentes da CTB sobre a data:
João Paulo Ribeiro, secretário dos Serviços Públicos e dos Trabalhadores Públicos
“No dia 28 de outubro, é preciso comemorar a unidade dos trabalhadores do serviço público das três esferas de poder e de governo. O servidor público é o aplicador das políticas públicas. Nós da CTB estivemos junto com as outras centrais para resistir e pressionar contra a PEC 32 em agosto de 2021.
O serviço público não teve e mesa de negociação durante os 4 anos desse governo. A principal luta do serviço público hoje é para implementação da negociação coletiva do serviço público. A luta da CTB é pela implementação da Convenção 151, que obriga os governos e gestores a promover mesa e negociação.
Hoje, a maioria das greves no serviço público é para abrir diálogo para negociação, o que mostra a grande relevância do tema para todos nós.”
Flauzino Antunes, secretário de relações de trabalho da CTB
“A reforma administrativa proposta pelo governo Bolsonaro é terrível para a sociedade como um todo, pois tornará a prestação do serviço público mais precária ao acabar com garantias como estabilidade e concurso público, que foram fundamentais no combate à pandemia e à produção de vacinas. Apesar do dia do servidor público, não temos o que comemorar. Durante o governo Bolsonaro só sofremos ataques e retrocessos, não houve negociação salarial ou reajuste e houveram poucos concursos. Além da perda de direitos, aumentaram os casos de perseguição, assédio moral, eleitoral e sexual.”
Antônio Augusto, membro da diretoria executiva da CTB
“Em primeiro lugar, a importância de eleger um governo público é garantir a manutenção dos serviços públicos. O governo Bolsonaro e sua política condena o serviço público à morte, assim como direitos sociais fundamentais previstos no artigo 6º da Constituição, conquistados com muita luta. O governo, por meio do ministro Paulo Guedes, já colocou como principal bandeira a reforma administrativa, que ataca os servidores e os direitos fundamentais. Eleger Lula é garantir o previsto na Constituição Cidadã, que são os direitos fundamentais e os serviços públicos.”
Fonte: Portal CTB
Centrais Sindicais querem campanha de prevenção e combate ao assédio eleitoral em rádio e televisão e solicitam audiência com presidente do TSE
As centrais sindicais manifestaram preocupação diante da explosão de denúncias de assédio eleitoral patronal para constrager trabalhadores e trabalhadoras a votar em Jair Bolsonaro. Por isto encaminharam correspondência ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre Moraes, sugerindo que o Tribunal viabilize a realização de uma campanha de combate à prática criminosa nas redes de rádio e TV e solicitaram uma reunião com Moraes para debater o problema.
Leia abaixo a íntegra do Documento apresentado.
À Sua Excelência o Senhor Ministro Alexandre de Moraes
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral
Solicitação das Centrais Sindicais para divulgação de campanha contra assédio eleitoral
Excelentíssimo Senhor
As Centrais Sindicais requerentes, reconhecidas pela Lei nº 11.648, de 31 de março de 2008,
participam de fóruns, colegiados de órgãos públicos e demais espaços de diálogo social. Possuem,
ainda, notória atuação na defesa da democracia e dos direitos da classe trabalhadora no Brasil.
Tendo em vista o número crescente de denúncias de assédio eleitoral – as formalizadas por
meio da página da internet do Ministério Público do Trabalho já somam mais de mil e várias estão
documentadas com vídeos – e a proximidade do segundo turno das Eleições Gerais de 2022, é
imprescindível uma ação contundente e urgente do Tribunal Superior Eleitoral na defesa da
liberdade de convicção política e do direito fundamental ao voto livre e secreto.
As Centrais Sindicais, preocupadas com a situação, já criaram canal de denúncia para acesso
de todos os trabalhadoras e as trabalhadoras: www.assedioeleitoralecrime.com.br
Por tais razões, as Centrais Sindicais Central Única dos Trabalhadores, Força Sindical, União
Geral dos Trabalhadores – UGT, Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Central dos
Sindicatos Brasileiros – CTB, e Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST solicitam a
veiculação de campanha de prevenção e combate ao assédio eleitoral em rádio e televisão (Lei nº
9.504/1997, art. 93 e Res.-TSE nº 23.610/19, art. 115).
As Centrais signatárias aguardam manifestação, requerendo, desde já, audiência com Vossa
Excelência.
À Sua Excelência o Senhor Ministro Alexandre de Moraes
Presidente do Tribunal Superior Eleitoral
Solicitação das Centrais Sindicais para divulgação de campanha contra assédio eleitoral
Excelentíssimo Senhor
As Centrais Sindicais requerentes, reconhecidas pela Lei nº 11.648, de 31 de março de 2008,
participam de fóruns, colegiados de órgãos públicos e demais espaços de diálogo social. Possuem,
ainda, notória atuação na defesa da democracia e dos direitos da classe trabalhadora no Brasil.
Tendo em vista o número crescente de denúncias de assédio eleitoral – as formalizadas por
meio da página da internet do Ministério Público do Trabalho já somam mais de mil e várias estão
documentadas com vídeos – e a proximidade do segundo turno das Eleições Gerais de 2022, é
imprescindível uma ação contundente e urgente do Tribunal Superior Eleitoral na defesa da
liberdade de convicção política e do direito fundamental ao voto livre e secreto.
As Centrais Sindicais, preocupadas com a situação, já criaram canal de denúncia para acesso
de todos os trabalhadoras e as trabalhadoras: www.assedioeleitoralecrime.com.br
Por tais razões, as Centrais Sindicais Central Única dos Trabalhadores, Força Sindical, União
Geral dos Trabalhadores – UGT, Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – Central dos
Sindicatos Brasileiros – CTB, e Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST solicitam a
veiculação de campanha de prevenção e combate ao assédio eleitoral em rádio e televisão (Lei nº
9.504/1997, art. 93 e Res.-TSE nº 23.610/19, art. 115).
As Centrais signatárias aguardam manifestação, requerendo, desde já, audiência com Vossa
Excelência.
Respeitosamente,
Adilson Araújo, presidente da CTB – Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do
Brasil
Sérgio Nobre, presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores
Miguel Torres, presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, presidente da UGT – União Geral dos Trabalhadores
Oswaldo Augusto de Barros, presidente da NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores
Álvaro Egea, Secretário Geral da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiro
Fonte: Portal CTB
SINPROESEMMA facilita vida dos Associados e Associadas e fecha parceria com SOLAR UNIVERSE
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| João Sá, Jaile Lopes e representante da Solar Universe |
Os sócios do Sinproesemma agora podem contratar o serviço de energia solar com desconto. O sindicato fechou parceria com a Sollar Universe que oferece 10% de desconto na implantação de energia limpa para os associados.
A Sollar Universe é uma empresa genuinamente maranhense que foi criada com o objetivo de fomentar e expandir o mercado de energia solar, buscando a eficiência energética, desempenho de qualidade na produção e a excelência na satisfação do cliente.
Os sistemas de energia solar voltaicos são capazes complementar ou suprir totalmente as necessidades de energia da residência ou empresa. Os sistemas solares reduzem em até 95% nas contas da energia, aumenta valor comercial, diminuição do desmatamento e elevação dos recursos naturais.
Para o secretário de relações institucionais do Sinproesemma, João Sá, é mais um parceiro que vem somar ao catálogo de benefícios oferecidos aos sócios do Sinproesemma.
“Estamos trabalhando para ampliar a cada dia a rede de convênios para os nossos associados. Hoje temos um catálogo muito amplo com várias entidades educacionais, de saúde e de serviços”, pontuou João.
Segundo o presidente em exercício do Sinproesemma, Jaile Lopes, o sindicato além de defender os interesses da categoria e lutar por direitos, também tem essas importantes parcerias que dão descontos interessantes e beneficiam os associados e seus familiares.
Os sistemas de energia solar voltaicos são capazes complementar ou suprir totalmente as necessidades de energia da residência ou empresa. Os sistemas solares reduzem em até 95% nas contas da energia, aumenta valor comercial, diminuição do desmatamento e elevação dos recursos naturais.
Para o secretário de relações institucionais do Sinproesemma, João Sá, é mais um parceiro que vem somar ao catálogo de benefícios oferecidos aos sócios do Sinproesemma.
“Estamos trabalhando para ampliar a cada dia a rede de convênios para os nossos associados. Hoje temos um catálogo muito amplo com várias entidades educacionais, de saúde e de serviços”, pontuou João.
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| Presidente Jaile Lopes |
Segundo o presidente em exercício do Sinproesemma, Jaile Lopes, o sindicato além de defender os interesses da categoria e lutar por direitos, também tem essas importantes parcerias que dão descontos interessantes e beneficiam os associados e seus familiares.
Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA
Trabalhadoras e trabalhadores da Enfermagem fazem paralisação nacional nesta quarta (21) em defesa do piso salarial
Trabalhadores da enfermagem saem novamente às ruas do país nesta quarta-feira (21), em protesto contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que manteve, por 7 votos a 4, a suspensão da aplicação do piso salarial da categoria pelos próximos 60 dias. Além disso, ocorrerão paralisações ao longo do dia em diversos estados.A paralisação é convocada pelo Fórum Nacional de Enfermagem e pelas entidades que o compõem e tem como objetivo a defesa da Lei do Piso de Enfermagem, conquistado após um longo processo de luta da categoria.
Com ampla adesão entre trabalhadores do setor público e privado, a paralisação tem sofrido pressão contrária de alguns empregadores. “Ao invés de pressionar o Executivo e o Legislativo pela apresentação das fontes de financiamento do piso, parte do setor empresarial tenta impedir o direito de manifestação da categoria. É contraditório”, afirma Valdirlei Castagna, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Saúde (CNTS).
Para o dirigente, a paralisação nacional também cumpre o papel de exercer pressão sobre os poderes para que essas fontes sejam apresentadas: “Dentro do processo, a CNTS está levantando argumentos e dados técnicos nesse período de 60 dias. Se as fontes não aparecem, a categoria procurará novas formas de pressionar pela aplicação. Não aceitaremos retrocessos após anos de luta pela existência de um piso”, destaca.
Como parte dessa estratégia, a CNTS tem participado ativamente de reuniões com senadores e parte do setor empresarial para buscar conjuntamente alternativas de financiamento. Além disso, nos últimos dias, parlamentares têm apresentado ao Senado propostas que poderiam solucionar a questão.
STF mantém suspensão
Na última sexta-feira (16), em plenário virtual, o STF se posicionou de maneira favorável à liminar enviada pela entidade patronal CNSaúde que acusa o piso de ser economicamente inviável e solicita sua suspensão, acusando que as fontes de recursos para seu financiamento não foram indicadas.
A Lei do Piso Salarial da Enfermagem prevê a fixação do salário inicial dos enfermeiros em R$4.750, o dos técnicos de enfermagem em 70% desse valor (R$3.325) e o de auxiliares de enfermagem e parteiras em 50% dele (R$2.375). Sancionada no início de agosto, o primeiro pagamento dos salários reajustados deveria ter ocorrido no dia 5 de setembro.
CTB em defesa do piso
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e seus sindicatos de base participaram ativamente da luta pela criação do piso salarial da categoria e, por isso, comparecerá aos atos marcados para este dia 21.
No Rio de Janeiro (RJ), o SINDSPREV/RJ convoca uma manifestação a partir das 10h30 em frente ao Hospital Federal da Lagoa (HFL). No Pará (PA), o SINFEMP convoca concentração às 8h na cidade de Patos e o SENPA, às 7h em Belém. Já em Goiânia (GO), o Sint-IFESGO compõe atos pela manhã (às 7h) e pela tarde (às 17h).
Com informações dos sindicatos
Com Bolsonaro, Brasil volta a ser o país da fome
Ao longo destes três anos de governo Bolsonaro o Brasil piorou. A população sente o desmonte no dia-a-dia, na hora de colocar a comida no prato, de buscar emprego, de abastecer o carro. O desemprego disparou, a inflação aumentou, e a fome assola os lares brasileiros.
O Datafolha revelou nesta segunda-feira (27), que 1 em cada 4 brasileiros não tem comida suficiente em casa, ou seja, 26% da população não sabe o que vai comer no dia seguinte. A insegurança alimentar, em menor grau, já atinge metade da população.
Os mais afetados são os desempregados e moradores das regiões Norte e Nordeste do país. Segundo o IBGE, há atualmente 11,9 milhões de desempregados. A taxa de desemprego é de 11,1%. Já os subempregados e precarizados representam 23%. E 4,6 milhões estão em situação de desalento, o que significa que já desistiram de buscar uma oportunidade.
Recorde de desigualdade
Em questão de pouco tempo, o Brasil virou o país da desesperança, da fome e da falta de perspectiva. Hoje, estamos no topo dos países mais desiguais do mundo, atrás apenas da Rússia, onde o 1% mais rico concentra 58% da riqueza total.
No Brasil, o 1% mais rico detém quase metade da riqueza nacional: eles são donos de 49,6% de todo o patrimônio. E esse número aumento, com relação a 2019, justamente durante a pandemia da Covid-19, quando a maioria da população enfrentou além do vírus, a crise econômica, o desemprego e os desmontes do governo Bolsonaro.
Diante deste cenário de desalento, os movimentos sociais, junto às centrais sindicais, entre elas a CTB, se mobilizam para levar solidariedade e comida à mesa de quem mais precisa. A Campanha Contra a Carestia cresce em todo o Brasil.
Fonte: Portal CTB
Bloco de protesto “BolsoCaro Nunca Mais” marca dia de mobilização nacional em São Luís
O Movimento Fora Bolsonaro realiza Dia de Mobilização Nacional, neste sábado (09) em todo o Brasil. Em São Luís, o Dia será marcado pelo Bloco “Bolsocaro Nunca Mais”, que se concentrará às 9 horas na Praça João Lisboa e percorrerá toda a rua grande.
Segundo a coordenação do Movimento no estado, a ideia é fazer um cordão de protesto e esperança, marcado por denúncias sobre a realidade do país, tratando de temas como fome, desemprego, privatizações e carestia com irreverência mas muita seriedade.
Com paródias de marchinhas de Carnaval, cartazes-pirulitos, charanga e muita disposição, os manifestantes querem dialogar com o público que vai ao comércio no sábado, denunciando mais de 12 milhões de desempregados, quase 20 milhões de pessoas passando fome, metade da população vivendo algum nível de insegurança alimentar, o crescimento de algumas formas de violência, o custo de vida que corrói os salários e impõe cada dia mais sofrimento às famílias e os constantes escândalos de corrupção no Governo Bolsonaro, dentre outras pautas.
Joel Nascimento, presidente da CTB e membro da Coordenação do Fora Bolsonaro, explica que “o momento ainda é de luto por mais de 660 mil mortos por covid e de muitas privações e incertezas para todo o povo brasileiro, mas é a esperança de dias melhores que mantém esse povo de pé, por isso a ideia é protestar e denunciar com a alegria de quem luta e acredita na mudança”.
O quê:
Bloco “Bolsocaro Nunca Mais” – Dia de Mobilização Nacional “Bolsonaro Nunca Mais”
Quando: Sábado, 09 de abril, às 9 horas
Onde: Praça João Lisboa – Centro - São Luís (concentração)
Abridor de Lata: "Alguém duvida que 2022 será um ano de muitos desafios?"
Sim, o governo Bolsonaro é um fracasso tão retumbante que há tempos vem capengando nas pesquisas. Sua aprovação é baixíssima e grande parte de seu eleitorado de 2018 percebeu o tamanho do erro que foi colocar o Brasil nas mãos de alguém que, em tão pouco tempo, conseguiu levar nosso país para o abismo (do qual teremos muita dificuldade para sair).
Mas temos que alertar: todo o cuidado é pouco nessa trajetória (ainda longa). Como dizem: muita água ainda vai rolar.
E muito lodo também. Afinal, o governo dispõe de um vasto arsenal de mentiras, distribuídas em seu bunker de guerra chamado “gabinete do ódio”, que é financiado com recursos públicos e privados para espalhar fake news de forma massiva.
Portanto, não dá para sermos ingênuos e achar que podemos relaxar, e que basta esperar que tudo mudará no ano que vem.
Temos muito trabalho pela frente e os sindicatos são essenciais nessa trajetória.
Campanha profissional
Para quem olha as diversas fake news distribuídas pelos apoiadores do governo, com seu aspecto caseiro, pode achar que são materiais feitos de forma amadora e desorganizada por voluntários.
Isso não passa de fachada.
O que precisamos te contar é que essa estratégia é construída utilizando métodos avançados de marketing, elaborada até na forma como serão lançadas. São planejadas no tempo, no formato e na história a ser contada no final. Sempre têm algum objetivo (político ou financeiro).
Recheados de gatilhos mentais essas postagens têm moldado o pensamento de sua base e de uma parcela considerável da sociedade.
E aí sentimos em te dizer que apenas textos jornalísticos recheados de dados não farão cócegas nessa batalha.
Veja: as pessoas não aderem ao extremismo bolsonarista por acreditar em fatos, dados e informações concretas. Pelo contrário. Esse apoio é moldado pela repetição de mentiras, paranoias infantilizadas, reforço aos sentimentos como ódio, rancor, racismo, egoísmo e repúdio a pautas humanizadas.
Então, para combater tudo isso, não basta apenas apresentar dados e fatos e achar que será suficiente para trazer a pessoa à razão. É necessário adotar uma estratégia de marketing político afinado com o movimento sindical.
Como você pode ajudar enquanto sindicato?
Os sindicatos precisam utilizar esse período para combater as fake news e conscientizar a sua base e a sociedade de que mudanças urgentes são necessárias. De que o Brasil precisa seguir outro rumo.
Para isso, organizar uma campanha própria de conscientização será fundamental nessa guerra de informações.
Precisamos criar uma rede que combata essas fake news e, acima de tudo, faça o enfrentamento em um nível ainda melhor do que esses devoradores de direitos (e de vidas) têm feito.
“Minha categoria não permite isso”
Podemos te garantir que todos os sindicatos podem ajudar nessa batalha sem que sua categoria surte ou entre em colapso.
Para isso, é preciso implementar estratégias de comunicação.
Não é de hoje que muitos trabalhadores têm dificuldades em se reconhecer como parte de uma classe social (e acabarem apoiando pautas contra os próprios direitos), mas caminhar para esse reconhecimento é tarefa obrigatória do sindicato e é possível, sim, em todas as categorias.
Por nossa experiência, não existe sindicato que não consiga construir essa consciência, basta que a diretoria tenha vontade e invista em um projeto de comunicação com esse objetivo.
Certamente haverá reações. Mas, se forem aplicadas as estratégias corretas, é possível eliminar as principais fontes de resistência.
Ainda dá tempo?
Não é tarde para começar.
Ainda dá tempo para contribuir com essas mudanças na sua base e na sociedade.
O mais importante é que você consiga fazer isso com o apoio de profissionais especializados em marketing e estratégias políticas.
Pois não se trata apenas do que você diz, mas como você diz. Isso faz toda a diferença.
Fonte: Abridor de Lata
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