CTB realiza seminário: “Valorizar a Aposentadoria, Valorizar a Vida”, em 22 de janeiro


No próximo dia 22 de Janeiro, segunda-feira, a Sede da CTB Nacional sediará um importante evento voltado para a discussão e reflexão sobre a valorização da aposentadoria e seu impacto na qualidade de vida. Sob o tema “Valorizar a Aposentadoria, Valorizar a Vida”, o seminário contará com palestras de especialistas renomados, abordando diferentes aspectos relacionados ao direito à aposentadoria.


O evento terá início às 9h e se estenderá até às 12:30, com a participação presencial na sede da CTB Nacional e a opção de acompanhar as palestras através da plataforma Zoom.

Programação e Palestrantes

9h – A previdência pública e o direito à aposentadoria

O advogado e Mestre em Direito Previdenciário, Sergio Pardal Freudenthal, trará insights valiosos sobre a previdência pública e os desafios enfrentados pelos trabalhadores no acesso ao direito à aposentadoria.

9h30 – Aposentadoria da vida toda

Marcos Barroso, Advogado e presidente da Asaprev-BA, abordará a perspectiva da aposentadoria ao longo da vida, destacando questões relevantes para uma aposentadoria digna e sustentável.

10h – A luta das mulheres por uma aposentadoria digna

A Dra. Cleia Costa, vice-presidente da Caixa de Assistência dos Advogados, trará à tona a importância da luta das mulheres por condições dignas de aposentadoria, explorando desafios específicos enfrentados por essa parcela da população.

11h – Lançamento da Campanha Nacional pela Valorização das Aposentadorias e Pensões

O ponto alto do evento será o lançamento oficial da Campanha Nacional pela Valorização das Aposentadorias e Pensões, uma iniciativa que visa promover a conscientização e mobilização em prol de políticas públicas que garantam a dignidade na aposentadoria.

Inscrições

Os interessados em participar do seminário, presencialmente ou virtualmente, devem realizar a inscrição antecipada através do link: Inscrição Seminário Nacional

Participe desse momento de reflexão e engajamento em busca de uma aposentadoria mais justa e valorizada. O Seminário Nacional é uma oportunidade única para ampliar conhecimentos, trocar experiências e contribuir para a construção de um futuro mais digno para todos os aposentados do país.

Fonte: CTB

Centrais sindicais do Brasil assinam Nota sobre 8 de janeiro: Lembrar sempre para que não se repita


O movimento sindical dos trabalhadores e trabalhadoras repudia qualquer ato golpista e antidemocrático, como o fez em janeiro de 2023. 

Associa-se às manifestações do dia 8/1/2024 em comemoração à Democracia Inabalada que derrotou os arreganhos golpistas de 8/1/2023.

Vivemos um extenso e sólido período sob o regime democrático no Brasil, marcado por eleições periódicas, pela plena funcionalidade do Congresso Nacional, pela independência e harmonia entre os poderes e pela liberdade de organização e atuação das entidades civis.


A escalada golpista que culminou com o ato criminoso do dia 8/1/2023, organizada por traidores da pátria que não aceitaram o resultado soberano das eleições, não conseguiu interromper este período, que se estende desde o fim da ditadura militar, em 1985.

Cientes de que o Brasil tem desafios significativos à frente, reconhecemos a necessidade de avançar na inclusão social, garantindo acesso essencial à população mais vulnerável.

Precisamos avançar na geração de trabalho decente, na geração de mais empregos, na reindustrialização do país, no acesso à saúde, fortalecendo o SUS, e na garantia de acesso a todos os níveis da educação pública de qualidade. E só podemos avançar através do esforço das instituições democráticas.

Neste contexto, as entidades sindicais desempenham um papel central, garantindo a valorização salarial dos trabalhadores e das trabalhadoras, a conquista de direitos, condições de saúde e segurança nos locais de trabalho, bem como em manifestações por um sistema econômico e social que contemple a inserção do povo.

Desempenham também papel fundamental contra o autoritarismo. Foi assim, no período mais duro da ditadura militar quando, apesar das prisões, torturas, perseguições e intervenções, o movimento sindical resistiu e lutou por liberdade e por igualdade.

Hoje, para que o país avance, precisamos garantir que o caminho da democracia permaneça livre e seguro. Após quatro anos de um governo que flertava abertamente com o autoritarismo, chegamos perto de um golpe. Corremos o risco de ver a democracia, pela qual lutamos bravamente, ser destruída. E isso nos ensina a ficar alertas e permanecer lutando cotidianamente por sua manutenção.

O movimento sindical sempre esteve na linha de frente da luta por um Brasil democrático. Por isso, convocamos a militância do conjunto das centrais sindicais a participar das atividades e atos em defesa da democracia neste 8 de janeiro de 2024.

São Paulo, 5 de janeiro de 2024

Sérgio Nobre, Presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)
Miguel Torres, Presidente da Força Sindical
Ricardo Patah, Presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)
Adilson Araújo, Presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)
Moacyr Roberto Tesch Auersvald, Presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)
Antonio Neto, Presidente da CSB, (Central dos Sindicatos Brasileiros)
Nilza Pereira, secretária geral da Intersindical Central da Classe Trabalhadora
José Gozze, Presidente da PÚBLICA, Central do Servidor

Ministro do Trabalho inicia diálogo com as centrais sindicais sobre a MP da reoneração da folha de pagamento

Início do processo de diálogo com as lideranças dos trabalhadores, empregadores
e com o Congresso Nacional

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, se reuniu nesta terça-feira (9) com o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, e com os presidentes de centrais sindicais para conversar sobre a Medida Provisória (MP) 1202, que trata da reoneração gradual da folha de pagamento para diferentes setores da economia. 

Segundo o ministro, a reunião marca o início do processo de diálogo com as lideranças dos trabalhadores, empregadores e com o Congresso Nacional para encontrar uma solução. No mês de fevereiro, Luiz Marinho já anunciou que se reunirá com empresários.

“Para o governo, o tema “desoneração” está inadequado, é preciso um ajuste, uma correção de rumo. O importante é conversar para encontrar um encaminhamento. Os benefícios eventuais, imaginados com a desoneração na geração de empregos, não se constatam quando se avalia a geração de emprego. Precisamos olhar para o Brasil, para o mercado de trabalho, para a garantia do emprego, e nossa preocupação é lá na ponta com os trabalhadores e as trabalhadoras”, destacou o ministro durante conversa com os jornalistas após o fim da reunião. De acordo com Luiz Marinho, ficou acordado que as equipes técnicas vão aprimorar os dados sobre a desoneração da folha. Ainda ressaltou que o país teve um salto no emprego, mas se preocupa com o alto índice de rotatividade (20 milhões de trabalhadores).

Já o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobrega, disse que as conversas com o governo vão continuar para encontrar um consenso, e que a preocupação da CUT é com o emprego.

SINPROESEMMA cobra respeito e exige do Governo Carlos Brandão início das negociações da Campanha Salarial 2024 dos educadores e educadoras da rede estadual

Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira:"É preciso respeito. Não somos meros espectadores. É preciso acabar com essa prática."


O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado do Maranhão SINPROESEMMA foi surpreendido com o anúncio feito pelo governo do estado do reajuste de 3,62% para os profissionais de educação da rede estadual na segunda-feira (8) sem iniciar as tratativas da Campanha Salarial 2024. O Presidente do Sindicato Professor Raimundo Oliveira destacou que o governo fez o anúncio sem sequer ouvir a entidade. 


O SINPROESEMMA trabalha desde Dezembro na construção da Pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2024 e protocolou na Segunda-Feira (8) e cobra reunião com o governo para apresentar em mesa de negociação não apenas o item do reajuste, mas também toda a pauta com as reivindicações dos educadores. 


De maneira açodada o governo fez o anúncio e desconsiderou os trabalhadores que cobram pendências de 2023.  "É do conhecimento de todos que em 2023 o governo negou pontos importantes para a categoria como nossas Progressões e a garantia correta das Titulações.", destaca Raimundo Oliveira.


Sobre o reajuste anunciado Raimundo Oliveira esclarece que quando o Governador afirma  que concede o reajuste para garantir o Piso Nacional isso não é verdadeiro. Tecnicamente, o Estado do Maranhão não pagou o Piso de 2023 de R$4.420,55 no vencimento e, mesmo com o reajuste de 3,62%, não garante o valor do Piso para 2024 que é de R$4.580,57. O valor continuará abaixo, pois o governo entende que é o vencimento, acrescido da GAM, que garante valor acima do Piso. Está errado. Pela Lei, o Artigo 5° estabelece que o Vencimento é que deve ser o Piso e não pode incidir sobre ele gratificações. O valor de R$4.580,57 deve vir no Vencimento e não na somatória dos dois valores (Vencimento e GAM). Isso é um equívoco por parte do governo. Algumas referências não chegam ao valor do Piso e por não haver correção apropriada como manda a Lei os salários ficam achatados.


O Presidente do SINPROESEMMA destaca que "A Tabela salarial está com valores idênticos em diversas referências quando deveriam ser diferentes com a aplicação correta dos valores a serem pagos por meios dos interstícios presentes na Tabela. Esse formato é falso pois todo reajuste acaba recaindo em cima do vencimento e não da Remuneração, ficando os educadores prejudicados com arrocho e achatamento de seus salários.". 


Oliveira espera que o governo ao tomar conhecimento da Pauta sente com o SINPROESEMMA para tratar esse tema de forma correta para não gerar mais prejuízos à categoria já que existem pendências como as Progressões e as Titulações.


Raimundo Oliveira afirma que há uma "brutal discrepância" na forma como isso é anunciado, pois está claro que o Maranhão não paga o Piso nacional no vencimento, que é onde deveria recair todos os valores a serem reajustados. Nesse momento o governo recorre a um tipo de expediente que ignora tratativas com a representação dos Trabalhadores, apresenta valores com uma Tabela salarial defasada e novamente deixa de fora os demais itens da nossa Pauta já protocolada. Isso é inaceitável.".


O SINPROESEMMA entende que é preciso acabar com essa prática desrespeitosa com educadores e educadoras do Maranhão. Além do reajuste, existem os itens que abordam temas como valorização dos educadores, formação e condições de trabalho e tudo fica anulado ou prejudicado caso o governo não repense seus métodos. 


A pauta não é apenas salarial. Ela precisa ser recebida pelo governo e iniciar imediatamente a mesa de negociação com o SINPROESEMMA para dialogar sobre todos os pontos apresentados.", esclarece o Presidente do Sindicato.  


"Sem ouvir os educadores e educadoras o governo acaba rasgando o Estatuto do Educador, que nos garante expressamente tais direitos. Sempre primamos pelo diálogo buscando sempre a garantia dos direitos da categoria. É preciso respeito. Não somos meros espectadores. Vamos reivindicar nossos direitos nas ruas, nas redes sociais. Caso não sejamos recebidos para um diálogo sério com o Secretário Felipe Camarão e o próprio Governador Carlos Brandão, daremos encaminhamento junto à categoria, a fim de não iniciarmos o ano letivo para assim termos nossos direitos assegurados.``. considerou Raimundo Oliveira.

SINPROESEMMA cobra governo após Brandão negar Progressões e Titulações

Direção do SINPROESEMMA:
"Pelo acordo, as progressões já deveriam ter sido pagas desde o mês de junho"

No dia 13 de dezembro, os trabalhadores em educação do Estado do Maranhão paralisaram as atividades para cobrar do governo estadual a correta implementação das progressões e titulações dos professores.

As progressões deveriam ter sido implantadas ainda no mês de junho, como parte do acordo judicial pactuado entre o Sinproesemma e o Governo do Maranhão, intermediado pelo Ministério Público e homologado na Justiça.

Mais de seis mil professores estão aptos a progredirem na carreira, segundo a lista de progressões enviada pela Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) ao Sinproesemma e também à Secretaria Estadual de Administração (SEAD). No entanto, a SEAD, através do seu secretário, Guilberth Garçês, progrediu somente 69 professores, após um entendimento equivocado e mudança de metodologia para a concessão do direito que é previsto com todo o seu regramento no Estatuto do Educador.

“Há sete meses o governo do Maranhão vem protelando o pagamento das progressões dos professores. Temos um acordo firmado ao final da greve do início do ano que o governo está descumprindo, desrespeitando o Ministério Público, a Justiça e principalmente os educadores. Pelo acordo, as progressões já deveriam ter sido pagas desde o mês de junho. Mantivemos o diálogo e nos foi prometido que em novembro os professores teriam o seu direito implantado e novamente o governo não concedeu todas as progressões”, esclareceu Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma.

Mediante a não concessão das progressões e titulações de forma correta, a direção estadual do Sinproesemma continuará mobilizando a categoria e posteriormente deliberar sobre o assunto.

“Vamos continuar a nossa mobilização junto aos educadores e esclarecendo a sociedade maranhense o desrespeito do governo do estado com a educação. Vamos convocar a categoria para debater sobre o descumprimento do acordo judicial e deliberar sobre os passos que vamos seguir, não descartando um possível movimento paredista e a não inicialização do ano letivo de 2024. Vamos seguir lutando pelo nosso direito e para isso é necessário que a categoria esteja unida”, finalizou Oliveira.

Fonte ASCOM - SINPROESEMMA

Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho anuncia que salário mínimo passará para R$ 1.412 em 2024

Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho durante entrevista coletiva à imprensa

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou na quinta-feira (21), durante entrevista coletiva à imprensa sobre as ações realizadas pela pasta ao longo do ano de 2023 e projeções para 2024, que o salário mínimo será de R$ 1.412 a partir de janeiro de 2024. Também destacou a retomada do emprego no país, com o crescimento do emprego formal, o aumento no resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão (o maior número registrado nos últimos 14 anos) e de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil (aumento em 9,7% em comparação ao ano de 2022).

Além disso, o ministro falou sobre a retomada do diálogo com trabalhadores, empresas e entidades do país por meio da criação de comissões e Grupos de Trabalho, com o objetivo de garantir trabalho digno e decente à população brasileira. A pasta criou e reinstalou espaços de discussão tripartite para debater temas relacionados a política de valorização do salário mínimo, ao trabalho decente, a lei de igualdade salarial entre homens e mulheres, a regulamentação de aplicativos, entre outros.

Reajuste do salário mínimo – O salário mínimo previsto para 2024 é de R$ 1.412. Vale lembrar que, se mantida a política de valorização durante todo período de 2005 a 2024, esse valor seria de R$ 1.492. Além disso, se fosse corrigido apenas considerando a inflação, isto é o INPC, sem considerar os ganhos reais do PIB, em 2024, o valor seria de R$ 742, isto é 53% do seu valor efetivo de R$1.412.

O novo reajuste, só foi possível devido a criação e diretrizes do Grupo de Trabalho de Valorização do Salário Mínimo, criado pelo presidente Lula, que considera a variação da inflação do ano anterior e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Dados do Novo Caged de novembro serão divulgados na quinta-feira (28)


Os dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), relativo ao mês de novembro, serão divulgados na quinta-feira (28), em entrevista coletiva presencial, às 14h30, concedida pelo ministro em exercício, Francisco Macena, e equipe.

Por volta das 14h, os dados serão atualizados no Painel de Informações do Novo Caged disponível aqui e, agora conta com uma nova plataforma, no site do Ministério do Trabalho e Emprego aqui.

O acesso aos jornalistas ocorrerá pela portaria principal do Bloco “F”, na Esplanada dos Ministérios. Os profissionais de imprensa serão recepcionados pelos assessores do ministério no 5º andar e serão guiados até a sala da coletiva.

A entrevista será transmitida pelo canal do YouTube do MTE.

Serviço

Divulgação dos dados do Novo Caged de novembro
Data: 28 de novembro (quinta-feira)
Horário: 14h30
Local: MTE - Esplanada dos Ministérios - Bloco “F” - 5º andar
Categoria
Trabalho, Emprego e Previdência

Reunião da Diretoria do SINPROESEMMA reafirma compromissos de luta em defesa dos interesses da categoria e da educação

Diretoria do SINPRORESEMMA unida, consciente e fortalecida 

Representantes das 19 regionais do Sinproesemma e núcleos sindicais se reuniram no Hotel Santos Dumont, dia 2 de setembro, para discutir questões relevantes para a categoria dos trabalhadores em educação do Maranhão.

O encontro teve início com a abordagem de Gilson Reis, Coordenador Geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino (CONTEE) que fez uma análise da conjuntura política e educacional no Mundo, no Brasil e no Estado. A pauta também abordou a análise da campanha do Sinproesemma sobre os Precatórios do Fundef e as pendências do acordo judicial que o Estado do Maranhão não está cumprindo em relação aos trabalhadores em educação.

A reunião foi marcada pelo debate e participação ativa dos representantes sindicais.

Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira 
ao lado de Diretoras e Diretores do Sindicato

“Tivemos um encontro de Diretoria Geral muito proveitoso, o Gilson Reis abordou de forma muito aprofundada sobre a conjuntura internacional, nacional e de como essas mudanças políticas, econômicas e sociais afetam diretamente o ambien
te educacional. Discutir essa conjuntura é importante para identificar a necessidade de adaptação nesse cenário e realinhar o nosso posicionamento para seguir defendendo os interesses dos trabalhadores em educação”, pontuou Raimundo Oliveira.

Outro ponto de destaque foi a análise e a importância da campanha do Sinproesemma em relação aos Precatórios do Fundef. A diretoria enfatizou sobre a importância da assinatura do contrato advocatício para garantir a integralidade dos recursos do Fundef que ultrapassam 4 bilhões de reais, sendo 60% para os professores que trabalharam entre 1998 a 2006 e que tem a primeira parcela prevista para ser paga em 2024. A luta é para que o governo do Estado do Maranhão destine corretamente os recursos para os professores, aplicando juros e correção monetárias.

A reunião também abordou as pendências do acordo judicial que não estão sendo cumpridas pelo Estado do Maranhão. Os diretores sindicais expressaram sua indignação com o descumprimento do acordo que foi intermediado pelo Ministério Público e homologado na Justiça e discutiram medidas para buscar a garantia do cumprimento integral do acordo em benefício dos profissionais da educação e da qualidade do ensino público.

“A reunião de Diretoria Geral foi importante para deliberarmos sobre os próximos passos que iremos tomar em relação às pendências do governo do Estado. Com unidade e responsabilidade, o Sinproesemma permanece comprometido em sua missão de lutar pelos direitos dos trabalhadores em educação e pela melhoria da educação pública no nosso Estado”, finalizou Oliveira.

Fonte: ASCOM SINPROESEMMA

Greve da educação no Maranhão recebe apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras em educação


A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) lança nota em apoio à Greve Geral por tempo indeterminado dos Trabalhadores em Educação do Maranhão.

Na nota, a CNTE reafirma a legitimidade da luta dos educadores pelo Piso Nacional da Categoria. O Piso é um direito e está assegurado em Lei.

Confira a nota de apoio na íntegra:

O reajuste do Piso Salarial dos professores é direito e, por isso, trabalhadores em educação do Maranhão lutam em greve

Na última segunda-feira (06/03), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das Redes Públicas Estadual e Municipais do Estado do Maranhão – SINPROESEMMA decretou a greve da categoria em todo o Estado. Tudo foi feito para evitar chegar a esse momento, mas o governo de Carlos Brandão (PSB) insiste na intransigência e parece se esforçar somente em querer subjugar os/as profissionais da educação básica pública do Estado que lhe conferiu a nobre delegação de governar sendo o seu maior mandatário político.

Mas é cobrado ao bom gestor público um mínimo de sensibilidade social para, diante do poder que exerce, evitar os prejuízos que a sociedade sofre agora com as escolas fechadas. O descumprimento do Governo do Estado do Maranhão em pagar o reajuste do piso salarial nacional do magistério fere uma lei federal que já tem sido cumprida por vários outros gestores estaduais. Mas agride, sobretudo, a comunidade educacional do Maranhão, de professores/as a estudantes, de funcionários/as da educação a pais e mães. Não é razoável um governador descumprir uma lei que vem para atender aos professores e professoras de sua rede estadual de ensino.

Desde o dia 27 de fevereiro, o sindicato vem alertando o governo estadual sobre a sua obrigação de honrar esse compromisso com os/as educadores/as maranhenses. A greve foi o último recurso a que esses/as profissionais puderam recorrer. A decisão draconiana do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão, que acatou a Ação Civil Pública impetrada pelo Governo do Estado, impõe um ataque sem precedentes ao sindicato e a toda categoria. O setor jurídico do sindicato já recorreu da multa diária de 100 mil reais imposta contra o sindicato que representa a luta dos/as trabalhadores/as em educação do Estado. Esse valor, é bom que se diga nunca comprará a dignidade dos/as professores/as do Estado.

O Brasil inteiro está atento aos desdobramentos dessa greve honrada levada a cabo pelos/as educadores/as maranhenses e exigem uma solução do Governador Brandão e de seu vice-governador, também secretário de educação do Estado, Felipe Camarão (PT), para o cumprimento de uma lei federal, que assegura o reajuste do piso a esses/as profissionais de 14,95%. Nada abaixo disso irá contentar a categoria.

Brasília, 10 de março de 2023

Direção Executiva da CNTE

SINPROESEMMA inicia greve por tempo indeterminado por valorização dos profissionais da educação


O Sinproesemma deu início nesta segunda-feira, 06, a greve por tempo indeterminado da categoria dos trabalhadores em educação em todo o Maranhão. A greve em São Luís teve início com um ato público que teve concentração na Praça Joãosinho Trinta, centro da capital, onde os professores saíram em caminhada até o Palácio dos Leões.

Com palavras de ordens, faixa e cartazes os educadores reivindicam a valorização da categoria, pois o governo do Maranhão além de não pagar o piso salarial nacional da categoria, está negando o reajuste salarial dos trabalhadores em educação que tem data-base em janeiro e este ano está fixado em 14,95%, conforme Portaria Interministerial do MEC, a Lei do Piso e o Estatuto do educador. 


“O governo do Maranhão ataca os direitos dos trabalhadores em educação quando desrespeita as leis, tanto a federal quando a estadual. Além de negar o nosso reajuste, o governo do Estado mente quando propaga na mídia que já paga o piso salarial da nossa categoria. Quem desrespeita as leis é o governo do Maranhão, portanto, Brandão é um fora da Lei”, pontuou Raimundo Oliveira, presidente do Sinproesemma.

Negociação

Na sexta-feira, 03, a comissão de negociação do Sinproesemma esteve reunida com o vice-governador e secretário de educação, Felipe Camarão, onde o secretário apresentou uma contraproposta de 10% de reajuste para a categoria e em duas parcelas, 5% retroativo a janeiro e os outros 5% a partir de julho.

A proposta de 10% de reajuste foi prontamente rejeitada pela comissão de negociação e corroborada pela categoria por estar longe do percentual ratificado pelo MEC.

“O governo apresentou uma contraproposta rebaixada a exemplo da primeira de 10% que foi rejeitada pelos trabalhadores em educação, pois não corresponde ao reajuste de 14,95% estabelecido pelo MEC. A nossa luta é pela valorização na carreira dos educadores e não vamos abrir mão do que é nosso por direito. Seguiremos lutando, firmes e com unidade para sairmos vitoriosos dessa batalha”, destacou Oliveira.

Mobilização em todo o Maranhão


Os educadores estão mobilizados em todo o Estado do Maranhão. Nesta segunda-feira, 06, os educadores de todas as regionais e núcleos do Sinproesemma pelo Maranhão realizaram atos públicos cobrando valorização.

A greve geral por tempo indeterminado segue com uma intensa agenda de mobilização pelo Maranhão. Em São Luís, nesta terça-feira, um novo ato público está agendado para a Praça do São Francisco, a partir das 15h.

Todos os educadores estão convocados para marchar em unidade e cobrar a valorização e qualidade da educação pública no Maranhão, não podemos desistir e sim resistir.

Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA