Isaias Castelo Branco visita empresa de ônibus na capital e constata irregularidades praticadas contra trabalhadores

Presidente do STTREMA, Isaías Castelo Branco
e o Diretor de Formação Sindical  da entidade 
A visita foi motivada, após a entidade receber inúmeras denúncias dos próprios trabalhadores.

Os problemas foram constatados pelo Presidente do Sindicato dos Rodoviários, Isaías Castelo Branco e o Diretor de Formação Sindical, João Neto, que estiveram na Viação Pelé.

Durante a visita os representantes do Sindicato identificaram que na empresa há muitos trabalhadores sem carteira assinada.

Além disso também há outras irregularidades como: Ticket alimentação sendo pago de maneira incorreta; Funcionários sem planos de saúde e odontológico, entre outros abusos.

Na ocasião, Isaias Castelo Branco tomou conhecimento que quando um ônibus apresenta problemas mecânicos, ainda que seja por falta de manutenção, muitos trabalhadores são injustamente suspensos. Sem falar que quando um colaborador se recusa a 'dobrar', o que não é uma obrigação, ele corre o risco de ser dispensado pela empresa.

Após constatar todas essas irregularidades o Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão tomou uma decisão: “A Viação Pelé será notificada na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego para que o órgão realize o mais rápido possível uma fiscalização afim de aplicar punições como o pagamento de multa, além de obrigar a empresa a regularizar a situação de muitos trabalhadores.", disse o sindicalista.


"Tanto eu, como o Diretor de Formação Sindical da entidade, ficamos estarrecidos diante de tantos problemas que ferem, principalmente, a dignidade do trabalhador e atrapalham o bom desempenho da atividade. A empresa terá que se explicar, inclusive na justiça, e promover readequações urgentes.”, enfatiza Isaías Castelo Branco, Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão.

Fonte: Ascom Sind. Rodoviários - MA

SINDSAUDE realiza concentração nessa Terça Feira (22) na Câmara de São Luís

O Sindicato dos Técnicos e Auxiliares de Enfermagem e Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde no Maranhão (SINDSAUDE) realiza mobilização nesta Terça Feira (22), a partir das 09:00, na Câmara Municipal de São Luís com a base dos trabalhadores da Enfermagem que estão nos Contratos Temporários. 

De acordo com o Diretoria do SINDSAUDE a atividade acontece por conta de denúncias que chegaram ao Sindicato de problemas detectados  pelos trabalhadores no cumprimento dos Contratos que tem gerado prejuízos à classe. 

Não satisfeitos os profissionais procuraram o sindicato para buscar o diálogo e encontrar a saída para que problemas de natureza contratuais não sejam comuns pois sempre prejudicam a parte mais fragilizada que são os trabalhadores e trabalhadoras. 

"É importante a participação dos trabalhadores nesse Ato antes mesmo do início da Sessão. Tragam seus jalecos e estejam na Câmara a partir das 09:00, dessa Terça Feira (22).", convoca a Presidente do SINDSAUDE, Dulce Sarmento.

Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira repudia Temer por atacar Plano Nacional de Educação

Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira

O Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira criticou de forma veemente a decisão do presidente golpista Michel Temer de vetar Artigo da LDO que trata das garantias de prioridades nos investimentos para 2018 e não priorizar o Plano Nacional de Educação (PNE). 

Para Raimundo Oliveira "A educação brasileira sofre mais um golpe e agoniza neste momento. Temer é o algoz da educação brasileira. Essa decisão deixa mais claro ainda qual é a  verdadeiro desejo do golpista usurpador: desmontar a educação pública e privatizar tudo.".

De acordo ainda com Raimundo Oliveira "Com o corte na LDO Temer ataca diretamente o investimento estrutural para a educação pública brasileira. Resultando no comprometimento do alcance das Metas.". 

Oliveira demonstra preocupação, pois o dirigente sabe que com o corte fica comprometida a implantação do Plano Nacional de Educação e o cumprimento das metas estabelecidas ali. Uma dessas metas diz respeito à valorização profissional. Com os cortes essa valorização pode ficar comprometida.    

Raimundo Oliveira ressalta que aos trabalhadores e à sociedade resta a luta para que o governo de Michel Temer não comprometa o País e atinja a carreira de milhões de trabalhadores em educação do Brasil. 

"O SINPROESEMMA, ao lado da CNTE e do conjunto do movimento social e da sociedade participa dessa luta pra superar o golpe e retomar o caminho da democracia, do crescimento e do desenvolvimento nacional. E isso vai se dar com a participação de amplas forças sociais.", ressalta o Presidente do SINPROESEMMA.   

LDO x PNE

A LDO é a Lei que estabelece as metas e prioridades do governo para o ano seguinte e orienta a elaboração da lei orçamentária anual, com vetos, pelo presidente.
O PNE é uma lei federal, sancionada em 2014, que prevê metas para melhorar a qualidade do ensino brasileiro em um prazo de 10 anos, desde a educação infantil até a pós-graduação. 

O texto estabelece 20 metas para serem cumpridas até 2024, das quais oito têm prazos intermediários, que já venceram. 

A lei também aponta 254 estratégias relacionadas a cada uma das metas e 14 artigos que definem ações a serem realizadas no país.

Fonte: Blog do Marden Ramalho

Seminário sobre Comunicação reúne 'nata' da Mídia alternativa do Brasil no Maranhão

São Luís do Maranhão sedia, nos dias 25 e 26 de agosto, o Seminário Os desafios da comunicação nas administrações públicas.

Promovido pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, o evento tem como proposta extrair ensinamentos – dos acertos e, principalmente, dos erros - e refletir sobre as experiências em comunicação nos governos, levando em conta que esta frente é estratégica para qualquer administração pública.
O público alvo do Seminário são governadores e prefeitos, secretários de comunicação, jornalistas e assessores de várias prefeituras e governos estaduais. Uma rica oportunidade para sistematizar estas experiências e para impulsionar uma comunicação mais saudável no país.
Além do Barão de Itararé, realizador do Seminário, o evento conta com o apoio do Governo do Maranhão, da Fundação Mauricio Grabois, da Fundação Perseu Abramo, da Fundação Leonel Brizola - Alberto Pasqualini e do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC). O evento ocorre no Convento das Mercês (Rua da Palma, 502).
INSCRIÇÕES
As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de agosto, sendo que o investimento é de R$ 200 e estudantes pagam a metade do valor (R$ 100). São 150 vagas disponíveis. Garanta a sua participação preenchendo o formulário ao fim desta página e realizando o pagamento pelos botões do PagSeguro.
PROGRAMAÇÃO
25 de agosto, sexta-feira, às 18 horas
Balanços e perspectivas
- Flávio Dino – governador do Maranhão (PCdoB);
- Edivaldo Holanda Júnior – prefeito de São Luís (PDT);
- Fernando Haddad – ex-prefeito de São Paulo (PT);
- Clécio Luis – prefeito de Macapá (Rede);
- Edmilson Rodrigues – ex-prefeito de Belém (Psol).
26 de agosto, sábado
9 horas - A força da Internet
- Renata Mielli – coordenadora geral do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC);
- Leandro Fortes – jornalista e diretor da agência de comunicação CobraCriada;
- Juan Pessoa – especialista em redes sociais;
- Renato Rovai – editor da Revista Fórum
13 horas - A radiodifusão pública e comunitária
- Tereza Cruvinel – jornalista e fundadora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)
- Ricardo Melo – ex-presidente da EBC;
- Laurindo Lalo Leal Filho – jornalista e professor aposentado da USP;
- Márcio Jerry – secretário de Comunicação do Maranhão e ex-diretor da Associação Brasileira de Rádios Comunitárias (Abraço);
16 horas - O papel das secretarias de comunicação
- Franklin Martins – ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República;
- Altamiro Borges – presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé;
- Sandra Recalde - Comunicação da Prefeitura de Maricá (RJ);
- Robinson Almeida – ex-secretário de Comunicação do governo da Bahia e deputado federal (PT-BA);

SINPROESEMMA promove com sucesso 7° passeio turístico, ecológico e religioso para Associadas aposentadas

Professora Eunice Brússio e Delegação de eucadoras
 na cidade de Campos do Jordão
Alegria, satisfação e novas amizades marcaram o VII Encontro Turístico, Ecológico e Religioso dos Aposentados do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), realizado nos dias 5 a 7 de agosto, nas cidades de Trindade (GO), Aparecida do Norte (SP) e Campos do Jordão (SP). 
Uma avaliação da atividade ocorreu na manhã da última quarta-feira (16), na sede do Sinproesemma, e contou com a participação das aposentadas que viajaram.
O presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, participou da reunião e parabenizou as aposentadas que prestigiaram o evento, destacando a iniciativa do Sinproesemma em oferecer a atividade como homenagem ao público que dedicou anos de vida ao ensino. “O sindicato é para lutar, mas também contribui com o lazer dos aposentados, que já deram sangue pela educação”, afirmou o professor Oliveira, acrescentando que a atividade já faz parte do calendário do Sinproesemma.
Para a secretária de Aposentados, Eunice Brussio, o saldo do encontro é positivo porque conseguiu alcançar o objetivo de gerar satisfação, alegria e novas amizades. “Todas as professoras que participaram voltaram felizes e maravilhadas, muitas, inclusive, disseram que nunca tinham feito um passeio igual ao realizado pelo Sinproesemma”, destacou.
Presidente Raimundo Oliveira, Diretora de Aposentados Dra. Eunice Brússio, Sua Adjuntab Edna Castro, Dalvanira Martins,
Dirigentes do Sindicato e membros do Coletivo de Aposentados em reunião na Sede do SINPROESEMMA
A professora Rita Joana, de 54 anos, foi uma das professoras aposentadas que participou do encontro e resumiu a experiência proporcionada pelo Sinproesemma. “As pessoas saíram um pouco dos seus recintos e puderam desfrutar o lazer e integração mútua com os aposentados”, destacou a aposentada.
Acompanhamento médico 
Durante o percurso, que somou oito dias, os aposentados foram acompanhados de perto pela farmacêutica Aline Baymar, que ficou responsável pelo controle dos horários das medicações e também medição da pressão diariamente. A medida, que buscou monitorar a saúde dos aposentados, foi elogiada por todos participantes do encontro.
Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA

Golpistas aprovam Reforma Trabalhista no Senado Federal


11 de julho de 2017 entra para a história como o dia em que o Senado Federal rasgou a legislação trabalhista. Abrindo mão de sua função de legislar, 50 senadores votaram a favor da reforma de Michel Temer, 26 contrários e uma abstenção.
Enfraquecido e sem legitimidade, o governo usou todas as suas armas. Com uma rejeição recorde e atolado em denúncias de corrupção, Temer quer utilizar o resultado da votação para demonstrar ao mercado financeiro e ao PSDB, seu principal fiador, que ainda tem condições de governabilidade.

Para que o texto não voltasse à Câmara, Temer disse a base governista que iria alterar os trechos controversos do projeto por meio de veto ou medidas provisórias. Os parlamentares da oposição argumentaram que Temer retirou do Senado o seu papel de casa revisora, limitando-se apenas a homologar.

“Hoje foi um dia difícil para todos nós. Tentei ajudar na melhor das soluções. Mas, neste momento, eu estou triste de estar aqui, na tribuna; de ver que, na hora em que temos o pior governo da história do Brasil, o mais impopular, com a proposta mais impopular, que divide o país, o Senado Federal resolve assumir um papel do lado errado da história de se omitir e não aceita fazer uma única modificação num projeto de lei que tem mais de mil incisos”, disse Jorge Viana (PT-AC).

O projeto aprovado fere de morte direitos consagrados dos trabalhadores. A coluna vertebral do projeto é a prevalência do negociado pelo legislado, que impõe o parcelamento das férias, flexibilização da jornada e acaba com FGTS, salário mínimo, 13º salário, seguro-desemprego, benefícios previdenciários, licença-maternidade.

SIM

Aécio Neves (PSDB)
Airton Sandoval (PMDB)
Ana Amélia (PP)
Antonio Anastasia (PSDB)
Armando Monteiro (PTB)
Ataídes Oliveira (PSDB)
Bendito de Lira (PP)
Cássio Cunha Lima (PSDB)
Cidinho Santos (PR)
Ciro Nogueira (PP)
Cristovam Buarque (PP)
Dalírio Baber (PSDB)
Dário Berger (PMDB)
Davi Alcolumbre (DEM)
Edison Lobão (PMDB)
Eduardo Lopes (PRB)
Elmano Férrer (PMDB)
Fernando Coêlho (PSB)
Flexa Ribeiro (PSDB)
Garibaldi Alves Filho (PMDB)
Gladson Cameli (PP)
Ivo Cassol (PP)
Jader Barbalho (PMDB)
João Alberto Souza (PMDB)
José Agripino (DEM)
José Maranhão (PMDB)
José Medeiros (PSD)
José Serra (PSDB)
Lasier Martins (PSD)
Magno Malta (PR)
Marta Suplicy (PMDB)
Omar Aziz (PSD)
Paulo Bauer (PSDB)
Pedro Chaves (PSC)
Raimundo Lira (PMDB)
Ricardo Ferraço (PSDB)
Roberto Muniz (PP)
Roberto Rocha (PSB)
Romero Jucá (PMDB)
Ronaldo Caiado (DEM)
Rose de Freitas (PMDB)
Sérgio Petecão (PSD)
Simone Tebet (PMDB)
Tasso Jereissati (PSDB)
Valdir Raupp (PMDB)
Vicentinho Alves ( PR)
Waldemar Moka (PMDB)
Wellington Fagundes (PR)
Wilder Morais (PP)
Zezé Perrella (PMDB)

NÃO

Álvaro Dias (Podemos)
Ângela Portela (PDT)
Antonio Carlos Valadares (PSB)
Eduardo Amorim (PSDB)
Eduardo Braga (PMDB)
Fátima Bezerra (PT)
Fernando Collor (PTC)
Gleisi Hoffman (PT)
Humberto Costa (PT)
João Capiberibe (PSB)
Jorge Viana (PT)
José Pimentel (PT)
Kátia Abreu (PMDB)
Lídice da Mata (PSB)
Lindbergh Farias (PT)
Otto Alencar (PSD)
Paulo Paim (PT)
Paulo Rocha (PT)
Randolfe Rodrigues (Rede)
Regina Souza (PT)
Regufe
Renan Calheiros (PMDB)
Roberto Requião (PMDB)
Romário (Podemos)
Telmário Mota (PTB)
Vanessa Grazziotin (PCdoB)

Abstenção 

Lúcia Vânia (PSB)
Resistência

A sessão foi marcada pela resistência. Por mais de 12 horas as senadoras Vanessa Grazziotin (PCdoB), Fátima Bezerra (PT-RN), Gleisi Hoffman (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA) e Regina Sousa (PT-PI) ocuparam a mesa-diretora da Casa para reivindicar a aprovação de apenas uma emenda. 

“Nos agarramos à única e última alternativa que tínhamos”, argumentou a senadora Vanessa Grazziotin, que pedia a inclusão da emenda para impedir que gestantes trabalhem em locais insalubres, como prevê o projeto de Temer.

“Nossa intenção é chamar uma reunião do colégio de líderes para ver se há possibilidade de aprovação de destaques”, disse Paulo Paim (PT-RS). “O principal é [mudar] o artigo que permitirá emprego de mulheres grávidas em local insalubre. Os demais a gente discute no voto.”

O senador Jorge Viana defendeu a manifestação das senadoras como “um ato político” contra uma reforma. “É muito grave que o governo queira impor que o Senado não possa mudar o texto”, disse. “O que queríamos e seria razoável é que pelo menos um destaque fosse aprovado por maioria simples e a proposta voltasse para a Câmara.”

Durante o início da sessão, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), tentou retomar a sessão, tomando o microfone da senadora Fátima, que presidia a sessão. Outros senadores da base aliada tentaram retirar as demais senadoras da mesa, mas sem sucesso. Ele, então suspendeu a sessão e mandou desligar o som.

Existia a possibilidade, segundo ele, de a sessão ocorrer em outra dependência da Casa, caso não houvesse acordo com as senadoras, que resistiam ao longo de toda a tarde na mesa da presidência, impedindo a votação. Mais tarde, houve uma movimentação indicando que a base aliada tentaria realizar a sessão no auditório anexo. Lideranças do movimento sindical ocuparam a entrada do auditório e a polícia legislativa acionada. Mas a intimidação não surtiu efeito.

Às 18h30, ainda com as senadoras na mesa, Eunício voltou ao plenário e reabriu a sessão e, num rolo compressor, deu início à votação da reforma trabalhista.

O senador João Capiberibe (PSB-AP), ao encaminhar o voto do partido, defendeu o não à reforma, disse que o Congresso Nacional “brincou com a democracia” e “afundou o Brasil na crise política”. Para ele, o projeto vai derrubar em 30% o custo de produção da empresa. “Se a renda do trabalhador cair, para quem serão vendidos os produtos?”, questionou o parlamentar.

Do lado de fora do Congresso, manifestantes protestaram contra a reforma e projetaram as frases “Fora, Temer” e “Fora, Maia” nas torres do Congresso Nacional.

O gramado do Congresso foi tomado por cruzes de madeira e velas, simbolizando o enterro dos direitos trabalhistas.
 

Do Portal Vermelho, Dayane Santos

SINDEDUCAÇÃO realiza Curso de Formação Sindical para Diretoria

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A diretoria do Sindeducação – gestão Resistir, Lutar e Avançar nas Conquistas, participou entre os dias 03 e 07 de Julho, em São Luís, de Curso de Formação Sindical – Formação de lideranças.
Com a organização da presidente do Sindeducação, professora Elisabeth Castelo Branco e Assessoria de Comunicação (ASCOM), o encontro teve como objetivo promover conhecimento, capacitação e preparação das lideranças sindicais.
“Como educadores, temos intrínseco em nossa profissão a busca pelo conhecimento e por isso a instituição vem promovendo ações para investir em qualificação, como o Seminário de Educação Infantil, ocorrido no mês de maio, para os professores da Educação Infantil, que foi muito proveitoso. Essa formação sindical também é mais um investimento em prol da luta pelos direitos da categoria, pois com a instabilidade do cenário político no Brasil precisamos adquirir mais conhecimentos e fomentar novas ações para alcançarmos conquistas”, destacou a professora Elisabeth Castelo Branco.
A programação contou com temas importantes. A presidente do sindicato iniciou o cronograma de atividades com palestra sobre Educação, Recursos e Financiamentos, onde foram abordados os programas federais que auxiliam o sistema educacional, bem como aplicações das verbas.
Com a temática Comunicação Sindical, o jornalista e radialista, Marden Ramalho, explanou sobre a historicidade e especificações da área comunicacional no meio sindical, que funciona como um instrumento de diálogo com a base, colaborando para sensibilização, mobilização, entre outras atividades.
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O Assessor Técnico e Facilitador da Secretaria Nacional de Formação da Força Sindical, professor Carlos Mani, falou sobre política sindical, motivação e finalizou com técnicas de oratória.
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No último dia, os diretores passaram por Média Training – Treinamento de Mídia, com os assessores da instituição, Amanda Aguiar e Geanderson Brito. Neste contexto, os participantes aprenderam as metodologias de entrevistas nos meios de comunicação.
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“Foi um momento importante e proveitoso para todos os diretores”, afirmou a secretária dos Aposentados, professora Mary Lourdes.
Na ocasião, a diretoria e ASCOM organizaram uma homenagem para a presidente, destacando sua força, liderança, sensibilidade e o compromisso que mantém com a luta pela valorização dos profissionais do magistério.
Fonte: ASCOM - SINDEDUCAÇÃO / São Luís

Vice Presidente do SINDSAUDE Lucimary Santos participa de reunião da CNTS em São Paulo

A Vice Presidente do 
SINDSAUDE e Diretora de Relações Internacionais da CNTS Lucimary Santos desembarca essa semana em São Paulo para participar da reunião da Diretoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Saúde. 
Na pauta a necessidade de  definir prioridades entre as propostas aprovadas no planejamento estratégico realizado em março de 2017 e indicar os responsáveis pela execução das ações e atividades para até o final de 2018. 
Estes são os objetivos centrais da reunião que acontece no período de 11 a 13 de julho, em São Paulo. 
Os trabalhadores devem discutir também a criação de programas regionais destinados à formação de lideranças; realização de seminário de comunicação sindical e do terceiro encontro jurídico; e ampliação da base são algumas das propostas, além de ações e estratégias de atuação junto aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário de enfrentamento às propostas que representam retrocesso nos direitos sociais e trabalhistas.
A extensa pauta de sugestões, elaborada com a participação de dirigentes das federações e sindicatos da base, inclui, ainda, capacitação de dirigentes; criação de comitê político; formação sindical; inserção no mercado de trabalho; e elaboração de projetos de lei. A discussão ampliada do planejamento estratégico segue, também, as alterações estatutárias e plataforma do congresso eleitoral, realizado em novembro de 2016, uma vez que houve criação e nova determinação de pastas, além da ampliação da diretoria, de forma a atender as demandas da categoria frente ao crescimento da CNTS e que impõe a grave crise político-econômico-social.
“A CNTS preparada para vencer os desafios, reforçar a política interna de unidade e construção, no sentido de fazer crescer sua estrutura de representação e potencial político e possibilitar o enfrentamento das ameaças que rondam a classe trabalhadora e a sociedade em geral”, avalia o presidente da CNTS, José Lião de Almeida.
“Os recursos necessários para as ações prioritárias foram discutidos pela diretoria no final de 2016, aprovados pelo Conselho Fiscal e referendados pelo Conselho de Representantes”, destaca o tesoureiro-geral da Confederação, Adair Vassoler.
"Será uma grande reunião num momento decisivo para os trabalhadores de todo o Brasil. Estamos firmes.", destacou Lucimary Santos, do SINDSAUDE. 

CTB lança manifesto em defesa do emprego e da indústria nacional

  A política de desmonte do estado desencadeada pelo governo de Michel Temer, provocou o desemprego de 14 milhões de desempregados, ameaça os direitos e sucateia o parque produtivo nacional. 

Diante desse cenário, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) tem mobilizado os trabalhadores para barrar a agenda de reformas de Temer e lança manifesto em defesa da indústria nacional, do emprego e da retomada do crescimento econômico.

"A proposta é unificar sua base, sobretudo os setores mais afetados, em torno de uma nova agenda política e econômica, que denuncie o desmonte do Estado Nacional, a ofensiva contra a classe trabalhadora e o projeto entreguista liderado pela gestão de Michel Temer", afirma o presidente da central, Adilson Araújo.

Segundo ele, "a campanha é de abrangência nacional e que haverá uma intensa mobilização da nossa base para fortalecer e garantir sua repercussão nacional".

Leia a íntegra do manifesto:
Manifesto em defesa da Indústria Nacional

O Brasil vive uma situação crítica, com uma economia enferma e uma avalanche de perdas de direitos. O desemprego atinge níveis assustadores. A indústria definha, emparedada por uma política macroeconômica que só beneficia o mercado financeiro rentista nacional e internacional. Que indústria resistirá num contexto em que o retorno do investimento produtivo é inferior aos rendimentos em títulos da dívida pública?

O processo de desindustrialização, uma realidade enfrentada pelo país há décadas, foi substancialmente agravado após o golpe parlamentar que depôs a presidenta Dilma Rousseff. A indústria de transformação, que já respondeu por quase 30% do PIB – ao final de gigantesco esforço desenvolvimentista empreendido pelo Brasil no século XX -, cai a menos de um digito do total da riqueza nacional.

Setores estratégicos da economia como o de petróleo e gás, indústria naval e Construção Civil padecem. O cenário é de recuo total. Áreas como ciência, cultura, educação, tecnologia e inovação, sofrem cortes drásticos nos investimentos, o que compromete as perspectivas de desenvolvimento e o futuro da nação.

A operação Lava Jato contribuiu significativamente para o desmonte do setor produtivo e da engenharia nacional. Ajudou a destruir 740 mil postos de trabalho e quase paralisou a indústria da construção civil, que durante 10 anos respondeu por 14%, em média, do PIB (Produto Interno Bruto).

A política de conteúdo local poderia ser uma mola propulsora da retomada, promovendo a reindustrialização. Mas, essa não é a visão do atual governo, que reduziu a política de conteúdo local e ampliou de forma generosa a participação do capital estrangeiro na indústria, em especial no ramo de petróleo e gás. Simultaneamente, conquistas sociais estão sendo destruídas e a desigualdade voltou a crescer. O desmonte da Seguridade Social lega aos mais vulneráveis um futuro de fome e miséria.

A restauração neoliberal promovida após a consumação do golpe está redefinindo o papel do setor público segundo a filosofia do Estado mínimo, traduzida nas privatizações, esvaziamento do BNDES e substancial redução da capacidade de investimentos do Estado, bem como de suas funções como promotor do desenvolvimento nacional.

O retrocesso político e social é sustentado pelas classes dominantes brasileiras, que não estão em sintonia com um projeto de nação democrática e soberana, com autonomia no campo do petróleo, da Defesa, das relações internacionais e políticas sociais democráticas e progressistas.

Num momento em que países mais desenvolvidos, como Estados Unidos, Alemanha ou China retomam com força projetos de industrialização, com amplo incentivo do Estado ao adensamento de cadeias produtivas mais sofisticadas, o Brasil, na contramão, vai queimando forças produtivas e reprimarizando sua economia, desnacionalizando amplas áreas estratégicas e seus recursos naturais e abrindo mão do projeto de ter a Indústria como centro de seu desenvolvimento.

Não há futuro decente para nosso país sem indústria nacional e a interrupção e reversão do processo de desindustrialização. A classe trabalhadora não pode ficar à margem da luta pelo fortalecimento da indústria nacional, que é parte essencial do projeto nacional de desenvolvimento com democracia, soberania e valorização de trabalho pleiteado pelas centrais sindicais.

Neste sentido estamos propondo:

1- A defesa de um projeto que tenha por centro a geração do emprego, a valorização do salário e os direitos sociais e trabalhistas;

2- A construção de uma ampla frente social, política e econômica que aponte para um novo projeto político, que tenha como norte a retomada do desenvolvimento e o fortalecimento das instituições;

3- A mudança do modelo macroeconômico, com a redução substancial dos juros reais e spread bancário a média de países similares ao Brasil, um câmbio favorável às exportações e política fiscal contra cíclica voltada a indução ao crescimento econômico;

4- Ampliação dos investimentos públicos e privados em infraestrutura, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), saúde e educação, e preservação do patrimônio nacional;

5- Fortalecimento da Petrobras, fim da atual política de privatização fatiada, e restauração da participação obrigatória nos poços do Pré-sal;

6- Lançamento de Política Industrial voltada a estruturação de cadeias produtivas em setores intensivos em emprego e em conteúdo tecnológico. Nesse contexto, retomar política de conteúdo local que promova a nacionalização em áreas de maior intensidade tecnológica, ajustada aos legítimos interesses nacionais e de seu povo;

7- Trabalhar para que a taxa de investimentos produtivos alcance 25% do PIB. Reposicionar o BNDES e os demais bancos públicos (BB, CEF, BNB, BASA) para financiar novo ciclo de investimentos. Rever o teto de gastos, inserido pelo governo golpista na Constituição, para possibilitar o Estado retomar a capacidade de, a partir do investimento público, induzir o aumento do investimento privado.

Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)

Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fitmetal)

Sindicato dos Metalúrgicos do Rio de Janeiro (Sindmetal-Rio)

Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Caxias do Sul e Região

Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Betim e Região

Sindicato dos Metalúrgicos de Chapecó (SC) e Região

Sindicato dos Metalúrgicos de Jaguariúna e Região

Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de São Luiz (MA)

Metalúrgicos e Mineradores do Estado da Bahia

Sindicato dos Metalúrgicos de Angra dos Reis

Campanha visual

A campanha visual atuará nas ruas e nas redes com a produção de cartazes, adesivos, folders, vídeos, spots de rádio, outdoor e identidade para redes sociais com objetivo de reforçar a agenda e ampliar a frente de defesa em torno do manifesto.

As entidades interessadas podem firmar parceria e inserir sua marca na campanha.


Fonte: Portal Vermelho, com informações da CTB

Centrais Sindicais aumentam mobilização contra reforma de governo desmoralizado

A votação da reforma trabalhista ou Projeto de Lei da Câmara (PLC) 38/2017 marcada para a terça-feira (11) no Senado levou os movimentos sociais e sindicais a aumentarem a agenda de mobilizações em torno do Congresso Nacional. 

Os atos que acontecem neste final de semana e no início da próxima também pressionam a Câmara dos Deputados para que autorize o Supremo Tribunal Federal (STF) a julgar a denúncia de corrupção passiva contra o presidente Michel Temer.
Segundo o secretário de trabalhadores do serviço público da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), João Paulo Ribeiro, o JP, a mobilização contra a reforma trabalhista continuará neste final de semana nas feiras livres, rodoviárias e estádios de futebol.

“Este final de semana vai ser longo. É preciso convencer os senadores a não darem crédito a este governo falido e assolado por denúncias que conduz a reforma trabalhista que acaba com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)”, declarou JP ao Portal Vermelho.

As blitzes em aeroportos também prosseguem. “A orientação é que a nossa militância recepcione os senadores quando saem do seu estado e também na chegada a Brasília. Na segunda-feira (10) à tarde, lideranças da CTB estarão em Brasília mantendo o diálogo com os senadores dos respectivos estados”, informou o dirigente.

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) prepara uma marcha que acontecerá na próxima terça-feira (10), a partir das 10h. A concentração será no Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios. A orientação é de que a militância acesse o site Na Pressão em que está compartilhado o acesso aos e-mails, telefones e redes sociais dos senadores.

Em nota divulgada no site da entidade nesta sexta-feira (7), o presidente da CUT em Brasília, Rodrigo Britto, enfatizou que a central “estampará nas ruas e nas redes sociais a cara” dos senadores que votarem a favor da reforma trabalhista.

JP afirmou que está otimista. “Primeiro temos que lutar e acreditamos sempre na vitória. Estamos otimistas que os senadores estarão ao lado do trabalho sem dar crédito a um governo mentiroso.”

Matéria publicada nesta sexta no Estadão mostra que o placar favorável à reforma trabalhista está apertado. Para aprovar o PLC no Senado são necessários 41 votos, no entanto, de acordo com o jornal paulista, Temer constatou antes de viajar para a reunião do G20 que teria 42 votos. O voto dissidente seria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que é favorável à mudança na lei porém deve acompanhar orientação do partido de votar contra.

Fonte: Portal Vermelho