Brasil sai às ruas por vacinas para todos, auxílio emergencial de 600,00 e pelo Fora Bolsonaro


As lideranças dos movimentos sindical e sociais que estão organizam os atos deste sábado (19) com o mote Fora Bolsonaro alimentam a expectativa de que desta vez as manifestações ocorrerão em mais de 400 cidades brasileiras, superando as que foram realizadas em 29 de maio. 

Naquela histórica data foram registrados atos contra o presidente genocida em cerca de 213 cidades do Brasil e 14 no exterior.

O presidente da CTB, Adilson Araújo, reiterou a convocação da militância classista e disse que as manifestações são fundamentais para traduzir o real estado de espírito do povo e mudar a correlação de forças políticas no país.

 “O Brasil já tem acumulado mais de meio milhão de mortes por covid-19. Nosso cotidiano virou um velório sem fim e a CPI da covid está demonstrando que o presidente tem culpa no cartório. O povo brasileiro está sendo submetido a um genocídio e é preciso dar um basta”, assevera o sindicalista, que também alerta para a necessidade de zelar pelos protocolos sanitários, usando máscara, álcool gel e respeitando o distanciamento social.

Vídeo: "Consequências da Ansiedade na Educação" é tema de diálogo em Live com presença do Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira


O Presidente do SINPROESEMMA participou de Live com o Tema 'Consequências da ansiedade na educação'.

A atividade aconteceu On Line, dia 21 de maio, nas Redes Sociais do próprio Sindicato.

O Psicanalista Clínico Fernando Braga foi o convidado especial para falar aos Associados e Associadas acerca do tema e interagir com os demais membros da Live e também com o público. 

Além da participação de Raimundo Oliveira a Live contou com a presença da professora Rita de Cássia, Diretora do SINPROESEMMA.

O Blog também considera ser este um TEMA de extrema importância, sobretudo por quê  pode ajudar a salvar vidas.

A ANSIEDADE tem sido considerada o grande mal do século.

Acompanhe a Live no vídeo abaixo:


PIB do primeiro trimestre é positivo, mas soma anual confirma economia fraca. Consumo cai


Crescimento no primeiro trimestre foi de 1% sobre igual período de 2020, o que já era esperado. No acumulado em quatro trimestres, queda de 3,8%. Investimento cresceu

Por Vitor Nuzzi, da RBA

Entre os setores de atividade econômica, agropecuária segue sendo principal responsável por resultados recentes do PIB

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,2% no primeiro trimestre em relação ao último período de 2020 e 1% na comparação com o início do ano passado, informou o IBGE nesta terça-feira (1º). As altas eram esperadas, devido ao resultado ruim registrado no ano anterior. Mas o PIB cai 3,8% na soma de quatro trimestres, mostrando a fraqueza da atividade, que segundo o instituto voltou ao nível pré-pandemia.

Ainda nesse acumulado anual, o produto só se sustenta, mais uma vez, pela agropecuária, que tem alta de 2,3%. A indústria recua 2,7% e os serviços, 4,5%. Segundo o instituto, o PIB do trimestre somou R$ 2,048 trilhões.



Também na comparação do primeiro trimestre com igual período do ano passado, a atividade agrícola sobe 5,2%, puxando o resultado, enquanto a industrial cresce 3%. O setor de serviços tem queda de 0,8%.

No pré-pandemia

Considerando o PIB acumulado em quatro trimestres, é o quarto resultado negativo seguido. Depois de crescer 1% no primeiro período de 2020, caiu 2,1%, 3,4%, 4,1% e, agora, 3,8%. Já os resultados trimestrais apontam relativa recuperação.

“Com o resultado do primeiro trimestre, o PIB voltou ao patamar do quarto trimestre de 2019, período pré-pandemia”, informa o IBGE. “Mas ainda está 3,1% abaixo do ponto mais alto da atividade econômica do país, alcançado no primeiro trimestre de 2014”, acrescenta.

Consumo em queda

Influenciado pela pandemia, o consumo das famílias ficou praticamente estável do último trimestre de 2020 para o primeiro deste ano (-0,1%). O consumo do governo caiu 0,8%.

“O aumento da inflação pesou, principalmente, no consumo de alimentos ao longo desse período”, diz a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis. “O mercado de trabalho desaquecido também. Houve ainda redução significativa nos pagamentos dos programas do governo às famílias, como o auxílio emergencial”, observa ainda. Por outro lado, lembra , houve aumento de crédito para pessoas físicas. “Mesmo com a segunda onda da pandemia de covid-19, o PIB cresceu no primeiro trimestre, já que, diferente do ano passado, não houve tantas restrições que impediram o funcionamento das atividades econômicas no país.”

O consumo das famílias cai 1,7% em relação ao primeiro trimestre de 2020 e 5,7% em quatro trimestres. Já o consumo do governo tem retração de 4,9% e também 5,7%, respectivamente.

Investimento e balança

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador de investimento, cresceu 4,6%, enquanto a balança comercial teve alta de 3,7% nas exportações e 11,6% nas importações. Na comparação com o primeiro trimestre de 2020, a FBCF sobe 17% (maior taxa desde o segundo período de 2010), as exportações têm crescimento de 0,8% e as importações, de 7,7%. A taxa de investimento subiu para 19,4% do PIB, ante 15,9% em 2020. No melhor momento, entre 2010 e 2011, manteve-se em 20,7%.

No ano passado, o PIB brasileiro caiu 4,1%, maior retração da série histórica, iniciada em 1996. As projeções para este ano apontam crescimento de 3,5% a 5%. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que prevê 3,7%, o país crescerá abaixo da média mundial.

SINPROESEMMA participa neste sábado (29), em São Luís, de protestos pelo Fora Bolsonaro e defesa de vida, pão, vacina e educação


O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em educação Básica Pública do Maranhão (SINPROESEMMA) participa neste sábado, às 08:00 da manhã, na Praça Deodoro, das atividades do Dia Nacional de Mobilização por #FORABOLSONARO .


"Pelo direito de viver, por vacinação em massa, por educação de qualidade, por auxílio emergencial de um salário mínimo durante a pandemia, pela restituição dos direitos, pelo fim das privatizações e pelo fim da corrupção.", é o que afirma o chamamento feito pelo Sindicato em conjunto com outras organizações da sociedade para a atividade. 

Presidente do SINPROESEMMA Raimundo Oliveira orientando a luta

"Vamos às ruas e praças do Brasil para protestar em defesa da vida, da vacina, da democracia e do emprego. Vamos todos e todas em segurança, adotando individual e coletivamente, os cuidados necessários como uso de máscara, álcool em gel distanciamento e outros. Vamos juntos, sábado, Dia 29 de Maio, às 08:00, na Praça Deodoro, demonstrar nossa indignação com tantas omissões que resultam em crimes de responsabilidade cometidos pelo atual Presidente da República.", conclama o Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira.

Centrais esperam que Supremo faça justiça ao FGTS


Por: Agência Sindical

CUT, Força, UGT, Nova Central, CTB e CSB encaminharam sexta (7) pedido de audência ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux. O objetivo é tratar da votação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5.090), que contesta a Taxa Referencial como o índice que corrige o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS.

Julgamento aconteceria dia 13, mas foi adiado. A Ação, movida pelo partido Solidariedade, reivindica correção dos saldos pelo INPC ou o IPCA Especial. Há também um grande número de outras ações individuais ou de Sindicatos, por meio do substituto processual.

“Estamos certos de que, com diálogo, apoiados no respeito às instituições e em nossa Constituição, chegaremos a um bom termo que beneficiará não só os trabalhadores, mas toda a economia do País”, diz a Nota das entidades.

Segundo Miguel Torres, presidente da Força, a crise, o desemprego e a carestia justificam a urgência na definição da matéria que interessa a milhões de contas. “A correção do Fundo beneficiará trabalhadores e a própria economia nacional”, ele observa.

Estimativa – O FGTS rende juros de 3% ao ano com a TR. Mas a inflação nos últimos 12 meses chegou a 6,10%. Estima-se que um trabalhador com dez anos de Carteira e salário de R$ 2 mil teria R$ 5 mil a receber se houvesse substituição da TR pelo IPCA. Expectativa quanto à melhoria na correção tem gerado grande procura nos Sindicatos.

Fonte: Agência Sindical

Liderança prestigiada, Professor Raimundo Oliveira participa de reunião com cúpula nacional da CTB


O presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, se reuniu na tarde de quarta-feira, 05, com a cúpula nacional da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), central sindical da qual o Sinproesemma é filiado e representante no Estado, junto com demais entidades de classe.

A reunião teve como pauta a realização do Congresso Estadual da CTB no Maranhão, composição de chapas e a participação dos sindicatos no Congresso, a exemplo do Sinproesemma, além da discussão sobre a atual conjuntura mundial, nacional e local.

Estavam presentes no encontro o presidente da CTB, Adilson Araújo, o Secretário Geral, Vagner Gomes e o Secretário de Relações Internacionais da CTB, Nivaldo Santana. O encontro aconteceu na sede da entidade, em São Paulo.

SINPROESEMMA participa em Cachoeira Grande de reunião com gestão municipal e discute Precatórios do FUNDEF, Plano de Cargos e Progressões

Presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, o vice-presidente, Henrique Gomes e o secretário de Administração e Patrimônio, Fábio Orlan, além do coordenador do núcleo do Sinproesemma em Cachoeira Grande, Dalmo Silva Coimbra

O Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira e o Vice Presidente Henrique Gomes acompanhados pelos dirigentes locais do Núcleo do SINPROESEMMA participaram na Cidade de Cachoeira Grande de reunião com a gestão municipal.

Estiveram presentes na reunião o presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, o vice-presidente, Henrique Gomes e o secretário de Administração e Patrimônio, Fábio Orlan, além do coordenador do núcleo do Sinproesemma em Cachoeira Grande, Dalmo Silva Coimbra.

A reunião teve como pauta os Precatórios do Fundef; a reformulação do Plano de Cargo, Carreira e Remuneração (PCCR) dos Trabalhadores em Educação de Cachoeira Grande e progressões, além de outros assuntos pertinentes à categoria.

A direção do Sinproesemma explanou sobre as últimas movimentações da ação dos Precatórios do Fundef e ratificou o posicionamento do rateio de 60% para os professores, com base na Lei 14.057 e os 40% restantes para investimento na educação e um percentual desse valor para dividir entre os demais profissionais da educação do município, ou seja, funcionários de escola. 

Os recursos dos Precatórios do Fundef em Cachoeira Grande, cerca de R$ 7.174,359,06 (sete milhões, cento e setenta e quatro mil, trezentos e cinquenta e nove reais e seis centavos) referentes ao segundo repasse do montante estão bloqueados e serão corrigidos, visto que o primeiro repasse feito ao município foi gasto indevidamente pelo prefeito anterior.

Na discussão sobre o PCCR a gestão municipal fará uma análise do Plano proposto em 2017 para a reformulação, onde será feita às adequações necessárias ao Fundeb Permanente e, após análise será definida uma proposta que será apresentada à categoria para discussão.

Para a direção do Sinproesemma, a gestão municipal garantiu que será feita a correção das progressões dos servidores efetivos de 1997, que estavam sendo pagas de forma equivocada. Segundo o gestor, será realizado o pagamento retroativo aos 15 meses de forma parcelada, a partir do mês de maio, sendo duas parcelas atrasadas e uma atual.

“Estamos empenhados em buscar soluções e melhorias para a nossa categoria e com essa reunião de hoje, já visualizamos avanços no debate”, disse Dalmo.

Já o vice-presidente do Sinproesemma, Henrique Gomes, destacou a importância do diálogo com a gestão municipal.

“Temos o diálogo a nosso favor e a boa vontade do atual prefeito para buscar e entendimento necessário para resolver todas as pendências aqui em Cachoeira Grande”, destacou Henrique.

Segundo o presidente do Sinproesemma, Raimundo Oliveira, a reunião foi muito proveitosa.

“Fomos recebidos pelo gestor municipal e com um bom diálogo conseguimos avançar em pontos importantes da pauta da categoria aqui em Cachoeira Grande. Cachoeira Grande é um exemplo que quando se tem diálogo e respeito podemos sim resolver as pendências da categoria. Vamos continuar lutando para garantir os direitos dos educadores e avançando nas conquistas com muita determinação”, disse Oliveira.

Fonte: ASCOM - SINPROESEMMA

Artigo do Governador Flávio Dino: "A luta pelo trabalho digno"


Celebrar o 1º de maio, com toda a sua história de conquistas, em meio a um ano de pandemia, nos traz importantes pontos de reflexão. A grande mobilização de trabalhadores e trabalhadoras nos Estados Unidos, há 135 anos, em favor da jornada de trabalho de 8 horas diárias, bem como as inúmeras lutas que marcaram a realidade da classe trabalhadora brasileira, contrastam agora com um século 21 de ameaças ao processo de expansão de direitos trabalhistas. E colocam em evidência a crescente precarização do trabalho humano.

Falta de regulamentação para novas atividades, especialmente aquelas ligadas à digitalização dos hábitos de consumo; redução de proteção aos trabalhadores, formais ou informais; e maiores riscos àqueles empregos até então regulamentados são alguns dos aspectos recentes que ampliam desigualdades sociais. É como se retrocedêssemos a dois ou três séculos atrás em garantias de direitos.

É imperativa a sintonia do pensamento progressista do Brasil com estas necessidades dos trabalhadores brasileiros. E isto precisa ocorrer, sobretudo, enfrentando-se a tendência de combinar avanço tecnológico com a regressão de direitos. Se o relógio não pode ser paralisado ou girado para trás, por outro lado é evidente que a “lei da selva” não é um caminho compatível com a responsabilidade social ou mesmo com a responsabilidade fiscal. Com efeito, o que esperar da “bomba fiscal” resultante da justa demanda futura por seguridade social para esses trabalhadores hoje precarizados? Mudanças de trajetória precisam ser realizadas já.

Basta observar os difíceis índices que já se apresentam, potencializados pela situação de pandemia e crises multissetoriais que se estabelecem no país. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) do IBGE, divulgada na última semana, revela que o Brasil alcançou marca recorde: mais de 14 milhões de brasileiros desempregados no primeiro trimestre deste ano. Patamar histórico também entre os desalentados, aqueles que desistiram de procurar uma oportunidade no mercado de trabalho: são mais de 6 milhões de pessoas nesta situação. Uma realidade de desesperança que nos entristece.

Em contraposição a tantas tragédias sociais, no Maranhão já colocamos este ano mais de R$ 500 milhões extras para girar a economia, com investimentos por meio do Programa Maranhão Forte, adiantamento do 13º salário dos servidores e diversos auxílios emergenciais para trabalhadores que tiveram suas atividades afetadas em decorrência da pandemia. E o resultado mais uma vez foi comprovado por meio do Caged, do Ministério da Economia: o Maranhão segue com saldo positivo de empregos formais, o 2º melhor resultado do Nordeste. Mesmo diante de nossas limitações fiscais, provamos que é possível governar com responsabilidade social e fiscal.

A história brasileira de lutas da classe trabalhadora tem muito a nos ensinar. É preciso reviver essas experiências, atualizando-as e apontando para a essência de uma nova utopia, tendo a valorização do trabalho humano no centro de um ciclo renovado de transformações sociais. A luta pelo trabalho digno precisa continuar.

“…poder comer, beber e desfrutar o que se conseguiu com todo o trabalho é dom de Deus.” Eclesiastes 3:13

Presidente Nacional da CTB Adilson Araújo fala sobre 1° de Maio


 A reflexão sobre as lutas e os desafios da nossa classe trabalhadora neste 1º de Maio sugere a conclusão de que, apesar das restrições à mobilização popular impostas pela pandemia, é imperioso intensificar a luta para barrar o retrocesso civilizatório em curso no Brasil e defender a vida; vacina Já para todos; fortalecimento do SUS; auxílio emergencial de R$ 600,00; emprego; a renda; os direitos sociais; os serviços públicos; a soberania nacional; a democracia e melhores dias para o povo brasileiro.

O primeiro passo para o sucesso desta batalha é concretizar a palavra-de-ordem que vai ecoar com muita força neste 1º de Maio: Fora Bolsonaro.

Presidente do SINPROESEMMA Professor Raimundo Oliveira grava mensagem do Dia do Trabalho